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Novos contrastes melhoram diagnóstico de câncer

07 março 2005 - 12h43

O diagnóstico das formas de câncer mais freqüentes - o de próstata e o de mama - melhorou consideravelmente graças a novas formas de contraste postas à disposição dos médicos para realizar ultra-som e ressonâncias magnéticas, disseram hoje especialistas reunidos em Viena.
O Congresso Europeu de Radiologia congrega até o dia 8 de março de cerca de 14 mil especialistas de toda Europa, América e Ásia, entre eles China, Japão e Coréia e teve como destaque as novas formas de contraste empregados no ultra-som de próstata.
Elas permitem distinguir melhor as células benignas das malignas, motivo pelo qual, além disso, se torna possível reduzir o número de biópsias, procedimento que, em alguns casos, segundo o método tradicional, é repetido até 20 vezes e se torna muito incômodo para o paciente.
 Segundo expôs o radiologista austríaco Ferdinand Rauscher, as novas tecnologias aproveitam a interação entre a forma de contraste e as ondas de ultra-som, alcançando uma maior sensibilidade na apresentação do fluxo sanguíneo e de focos suspeitos de tumor na próstata.
A Clínica Universitária de Innsbruck realiza também ensaios com um método novo chamado elastografia, que recorre à elasticidade do tecido como critério para diagnóstico, dado que os tumores freqüentemente são mais duros do que os tecidos.
Segundo Anne Tardivon, do Institut Curie de Paris, a elastografia poderia ser aplicada também para encontrar tumores malignos de mama. As imagens de ressonância magnética podem ajudar na extirpação cirúrgica de tumores, não só no diagnóstico, mas também em métodos de tratamento que soam futuristas.
No congresso, foram apresentados vários projetos para destruir tumores de mama com sondas de frio ou de calor, desde que conte com a ajuda de imagens precisas de ressonância magnética que são obtidas continuamente durante a operação. A ressonância magnética foi aplicada pela primeira vez para examinar o seio feminino no início dos anos 90.
Desde então, foi possível reduzir a duração da prospecção e, hoje em dia, o uso de meios de contraste permite ver transformações do tecido que não são reconhecidos nas imagens de raios X nem nas de ultra-som.

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