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Nova presidente do Inep defende 2 provas do Enem ao ano

20 janeiro 2011 - 13h08

Em sintonia com os especialistas da área, a nova presidente do Instituto Nacional de Estudas e Pesquisas Educacionais (Inep) defende que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) seja aplicado mais de uma vez ao ano. Em entrevista à Agência Brasil, Malvina Tuttman afirmou que ainda não há decisões, mas já existem estudos avançados sobre o tema.

"Eu estou assumindo o Inep exatamente hoje [quarta-feira], mas estamos estudando todas as possibilidades", disse Malvina. "O Enem começou sendo utilizado como instrumento de acesso por poucas universidades e, em um segundo momento, outras aderiram ao projeto. É preciso sempre acompanhar esse desenvolvimento, mas com pés muito firmes. Devemos ter em mente o que desejamos alcançar – e certamente se deseja mais momentos de aplicação – mas temos que verificar as possibilidades para que isso seja feito com muita seriedade", completou.

A ex-reitora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), assume o Inep, autarquia ligada ao Ministério da Educação (MEC), após a exoneração de Joaquim José Soares Neto, que deixou o cargo após duras críticas durante a aplicação do Enem no ano passado. Mas não foi a primeira vez que o Enem derrubou um presidente do instituto. Em 2009, após o vazamento da prova daquele ano, Reynaldo Fernandes, deixou o comando do Inep.

O Enem não será a única preocupação de Malvina, sinalizou a ex-reitora em entrevista. "O Enem faz parte de um conjunto de importantes realizações do Inep. Mas temos outras ações fundamentais que não podem ser colocadas em segundo plano. O Enem é mais uma ação entre todas que contribuem para a formulação dos indicadores que serão o aporte para as políticas públicas educacionais", afirmou.

Malvina assume a presidência do Inep em meio a um turbilhão provocado por falhas no Sistema de Seleção Unificado (Sisu). Desde que foram abertas as inscrições, no domingo, os candidatos a uma das 83.125 vagas distribuídas pelo programa têm relatado lentidão no sistema e vazamento de informações. Além disso, corre na justiça uma ação civil pública que pode suspender termporariamente as inscrições no Sisu.

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