[O ano das greves](http://www.douradosnews.com.br/colunistas/editorial/2015-e-o-ano-das-greves) vai chegando ao fim e a crise econômica vivida no país foi o maior aliado dos governantes durante as negociações de cada categoria ao longo do período. Até o momento, todos os órgãos públicos que paralisaram suas atividades e retornaram aos trabalhos, acabaram com bem menos – financeiramente falando – do que o pedido inicial e para 2016, as expectativas também não são nada boas aos servidores.
Nessa queda de braço, boa parte dos envolvidos com os ‘comandos’ já sabiam do cenário que encontrariam de negociatas truncadas.
Muitos deles aproveitaram a fragilidade que o sistema impôs, principalmente ao governo federal, para se destacar politicamente. Afinal, em 2016 teremos eleições municipais e nada melhor que levantar a bandeira de luta de classes para se auto propagandear, conseguindo méritos ao ‘colocar a cara para bater’.
Mas, voltando às greves, o poder público também deu a ‘contribuição’ para barrar as paralisações, mesmo que de forma indireta.
Sem dinheiro nos cofres, oneraram a população criando ou reajustando tributos, cortaram investimentos e se ampararam nesses argumentos contra os grevistas. Algumas classes, ao perceber que não teriam mais para onde correr, acabaram aceitando as propostas.
Agora, após um ano de intensas movimentações e quedas de braço, resta saber se em 2016, a situação de paralisações se repetirá, ou os órgãos públicos serão flexíveis para que não haja prejuízo à população.
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