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ELEIÇÕES 2014

Nelsinho diz que baixará ICMS do diesel para 12%

23 setembro 2014 - 20h30

O candidato ao governo de Mato Grosso do Sul pelo PMDB, Nelsinho Trad, anunciou nesta segunda-feira (23) que a primeira pauta que pretende levar à discussão na Câmara de Transparência Tributária, que irá criar caso seja eleito governador, é a redução da alíquota de 17% para 12% do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) sobre o óleo diesel vendido no Estado.

"Será uma via de mão dupla. Vamos baixar esta alíquota para sermos competitivos, iguais a outros estados. O setor também se compromete a promover o incremento da atividade do setor em Mato Grosso do Sul", disse Nelsinho.

O compromisso foi firmado durante reunião de Nelsinho com a direção do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística de MS (Setlog-MS) na sede da entidade. Estudos mostram que circulam diariamente pelas rodovias do Estado 10 mil caminhões. Mesmo com a redução da alíquota, em oito meses a arrecadação do imposto irá crescer. Segundo o Setlog, o consumo do óleo diesel irá aumentar pelo menos em 30% no Estado.

"Do jeito que está, ninguém aguenta esta carga tributária, que está altíssima. Estamos enfrentando dificuldades para crescer e fazer investimentos e isso está levando a um endividamento. A alíquota de 17% tira a competitividade do setor em Mato Grosso do Sul", analisou Cláudio Antônio Cavol, presidente do Setlog, que tem hoje 240 associados, de um universo de mais de 1.000 empresas.

A situação do setor de transporte de cargas vem se agravando desde 2004, quando estados vizinhos, como São Paulo, passaram a aplicar a alíquota de 12% sobre o óleo diesel. Como o preço do combustível lá é mais barato, isso leva a frota de caminhões a abastecer naquele Estado. E não é só a frota de Mato Grosso do Sul que abastece em estados onde o preço cobrado é menor. Caminhões de outras estados que cruzam Mato Grosso do Sul também fazem o mesmo.

Um dos diretores presentes à reunião, disse que, em média, sua empresa compra cerca de 500 mil litros de óleo diesel por mês. "Por medida de economia, esta frota enche o tanque em São Paulo. Baixando a alíquota, vai aumentar o movimento nos postos de combustível aqui no Estado e o setor também cresce, já que o frete se torna mais competitivo", disse o diretor.

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