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GOVERNO DE MS

Nelsinho diz que aumentará repasses na Saúde e critica gestões rivais

13 setembro 2014 - 16h35

A maioria da população brasileira aponta a saúde como o principal problema nacional. Em novembro do ano passado, 58% das pessoas ouvidas pelo Ibope no País em pesquisa encomendada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) revelaram insatisfação com o atendimento e serviços prestados. E no Centro-Oeste este índice sobe para 66%. Para o candidato a governador pelo PMDB, Nelsinho Trad, os problemas foram agravados nos últimos governos comandados pelo PSDB e PT.

“Os recursos repassados pela União para a saúde diminuíram e aumentaram as responsabilidades dos Estados e Municípios. Por isso é que pretendemos priorizar e ampliar em nosso governo os recursos para a saúde pública”, declarou Nelsinho, lembrando que à época em que foi prefeito de Campo Grande, em média, investiu 28% dos recursos em saúde, bem acima do percentual exigido pela legislação que é de 15%.

Uma das medidas previstas por Nelsinho será instituir a Verba Carimbada da Saúde (ou seja, recurso garantido por lei) para ser aplicada nas principais demandas que deverão ser apresentadas pelos prefeitos a Nelsinho nos primeiros dias de seu governo, caso seja eleito. "Os prefeitos terão metas a cumprir. Se, no final do ano, ele mostrar que o dinheiro repassado foi aplicado corretamente na demanda que ele apresentou, no ano subsequente ele terá mais recursos", explicou.

Repasse federal caiu

De acordo com Nelsinho, de 2000 a 2011 os recursos investidos pelo governo Federal no custeio das despesas da saúde pública no Brasil caíram de 60% para 44,7%. Com menos dinheiro para a saúde, a conta ficou maior para os Estados que bancam 25,7% das despesas e para os municípios que arcam com 29,6% dos gastos. Constitucionalmente, os Estados tem que aplicar 12% dos seus recursos em saúde e os municípios 15%. Já a união não tem percentual definido.

Recentemente Nelsinho assinou Carta Compromisso apresentada pelo Conselho Estadual de Saúde apoiando várias propostas, dentre elas, a que apoia o projeto de lei de iniciativa popular que determina que o governo Federal repasse pelo menos 10% das receitas correntes brutas da União para aplicar na saúde. Esta é uma das bandeiras de Nelsinho que ele tem defendido por onde anda no Estado.

"O governo Federal é contrário a esse projeto. A União não repassa nem R$ 4 bilhões para a saúde e jogou nas costas de prefeitos e governadores a responsabilidade de gerir a saúde", criticou Nelsinho. Se o projeto for aprovado, a União deverá repassar a mais cerca de R$ 45 bilhões para que prefeitos e governadores melhorem os serviços prestados à população. "Tínhamos esse compromisso com Eduardo Campos, de ele garantir o repasse de 10% para a saúde. Conversei com Marina Silva, que substituiu Eduardo e a quem estamos apoiando para a Presidência, e ele já incluiu esta proposta em seu Plano de Governo".

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