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Nasa segue sem solução para problema que destruiu

26 agosto 2004 - 23h36

A Nasa reconheceu hoje que continua sem ter uma solução para consertar no espaço os buracos na camada de cerâmica térmica que protege as naves espaciais em sua reentrada na atmosfera. O dano na camada de cerâmica causado pelo desprendimento de um fragmento do isolante do depósito principal de combustível foi o que provocou a destruição da nave Columbia em fevereiro de 2003, causando a morte de seus sete tripulantes. Ao completar um ano da apresentação do relatório de uma comissão encarregada de encontrar as causas da tragédia, a agência espacial dos EUA indicou que ainda não achou a forma de realizar uma reparação no espaço com garantias. Os métodos provados até agora não suportam as temperaturas de até 1.650 graus centígrados geradas durante a reentrada na atmosfera, reconheceu Bill Parsons, diretor do programa de naves espaciais da Nasa (Administração Nacional de Aeronáutica e do Espaço). Apesar disso, Parsons enfatizou que houve "muitos progressos" para consertar um buraco de grandes dimensões. Por enquanto, a Nasa acredita que não haverá qualquer desprendimento no novo depósito de combustível e não enfrentará estes problemas, disse. O fragmento de isolante que se desprendeu do depósito do "Columbia" 81 segundos depois da decolagem, provocou uma fenda de 15 a 25 centímetros de comprimento, embora pese somente cerca de 680 gramas. O novo tipo de depósito chegará a Cabo Canaveral em novembro e tem um custo de 40 milhões de dólares por unidade. Se o novo depósito alcançar o objetivo de minimizar a perda de isolante durante a decolagem, a Nasa não poderá cumprir o objetivo determinado pela comissão de desenvolver a capacidade de consertar em vôo a camada de cerâmica de proteção térmica. Os vôos das naves, suspensos depois da tragédia do Columbia, devem ser retomados com uma missão do Discovery prevista para acontecer entre março e abril do próximo ano. A Nasa também acredita que se uma nave sofre danos consideráveis durante um lançamento, pode se acoplar com a Estação Espacial Internacional para que sua tripulação possa se alojar ali até que outra nave os leve de volta à Terra.

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