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Murilo diz que MS tem que agregar valores ao agronegócio

12 outubro 2005 - 08h10

O deputado federal Murilo Zauith, presidente regional do PFL/MS, destacou , ao comemorar o 28º aniversário da criação de Mato Grosso do Sul, que mesmo tendo o maior rebanho bovino de corte do país, com cerca de 25 milhões de cabeças, uma produção de grãos que bate recordes a cada ano e agora se firmando como um grande produtor de algodão, o Estado não conseguiu deixar de ser um mero fornecedor de matéria-prima. Ele reclamou que muito pouco do que o MS produz é industrializado dentro de suas fronteiras. "Com uma produção invejável de carne, ainda não conseguiu completar a cadeia produtiva do sistema, ou seja, além da carne deveríamos estar tratando o couro e produzindo calçados e os demais artigos que tem no couro a sua principal matéria-prima", exemplificou Murilo lembrando que o Estado ainda exporta muito boi em pé, principalmente para São Paulo, onde os mesmos são abatidos e tem todos os seus subprodutos industrializados. Segundo o deputado, o MS tem, também, uma produção razoável de algodão, mas não possui um parque industrial capaz de consumir em seus teares a sua produção. "Mato Grosso do Sul foi privilegiado pela natureza ao ter em seu território cerca de dois terços do Pantanal, além de uma riquíssima biodiversidade, com vocação para o chamado turismo das águas, mas diante de todos esses pré-requisitos o governo estadual não conseguiu dar aos sul-mato-grossenses um nível de desenvolvimento desejado e necessário", cobrou Murilo. Segundo o parlamentar pefelista, mesmo com toda essa capacidade de produção de matéria-prima e de atividade turística, o Estado não consegue gerar emprego e renda para boa parte de sua população, preferindo adotar medidas imediatistas e paliativas, que nada mais são do que uma política assistencialista que a longo prazo não traz benefícios para a sua população. Quanto ao governo Federal, Murilo salientou que ele praticamente deixou de investir no Estado. "Projetos importantes como o projeto pantanal, foram cancelados. Não se investe mais no Programa de Desenvolvimento dos Municípios da Faixa de Fronteira, mesmo Mato Grosso do Sul tendo 44 municípios, de um total de 78, localizados na fronteira com o Paraguai e Bolívia", exemplificou Murilo.

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