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MS define estratégia para evitar confronto em Japorã

06 fevereiro 2004 - 14h16

O Secretário de Justiça e Segurança Pública, Dagoberto Nogueira Filho, informou há pouco que, em reunião com o Coronel José Ivan de Almeida, Comandante Geral da Polícia Militar, foram definidas as estratégias a serem utilizadas pela tropa de choque da Corporação, na região de Japorã. O envio de mais homens para a área de conflito deve-se ao fato da movimentação que está sendo organizada por entidades dos proprietários rurais, que pretendem deslocar-se para o local a fim de fazerem um ato, segundo eles, pacífico e ordeiro.O Secretário considera uma precipitação dos proprietários rurais em realizar tal manifestação, visto que a desocupação está sendo feita, podendo os proprietários retornar às suas áreas. Dagoberto disse que “qualquer ato impensado neste momento poderá representar um retrocesso em todo o processo de negociação feito até agora, que sempre buscou uma solução pacífica para o caso”. O Secretário disse ainda que o Governador Zeca do PT solicitou diretamente ao Presidente Lula a mudança do artigo da Constituição Federal que determina a indenização apenas das benfeitorias e não da terra nua, que representa, com certeza, o maior empecilho para a solução definitiva da questão.Dagoberto considera que o Governo sempre priorizou a busca de solução para o caso, inclusive mediando encontros entre lideranças indígenas e de produtores rurais, além de planejar uma operação que apoiaria a Polícia Federal no cumprimento da reintegração de posse, determinada pela Justiça Federal, que não aconteceu devido à decisão proferida pelo Tribunal Regional Federal, a qual determinou uma solução pacífica, impedindo qualquer ação das polícias. O Coronel Ivan de Almeida informou ao Secretário que a Polícia Militar disponibilizará uma tropa de cerca de 40 homens e 07 viaturas, que darão apoio às ações desenvolvidas pela Polícia Federal, onde se buscará todo o empenho possível para se evitar qualquer tipo de confronto entre índios e fazendeiros. Segundo Dagoberto “a operação não tem dia para acabar, sendo ponto pacífico que a tropa permanecerá no local até que não haja mais possibilidade alguma de confronto entre as partes. O Governo do Estado não permitirá que Mato Grosso do Sul se transforme em campo de batalha e nem que haja justiça com as próprias mãos”. 

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