A SES (Secretaria de Estado de Saúde) de Mato Grosso do Sul) confirmou mais nove casos da variante K da Influenza A (H3N2) no estado. O boletim foi divulgado nesta segunda-feira, dia 22 de dezembro. Ao todo, o estado já tem 12 casos confirmados.
Os casos foram registrados em moradores dos municípios de Campo Grande, Costa Rica, Nioaque, Ponta Porã e Três Lagoas. Os pacientes têm idades que variam de 3 meses a 87 anos, incluindo bebês, crianças, adultos e idosos, o que reforça a circulação do vírus em diferentes faixas etárias.
Diante do cenário, a SES reforça a importância de manter as medidas de prevenção já recomendadas em alertas epidemiológicos e notas técnicas, como cuidados respiratórios, atenção aos sintomas e a procura por atendimento de saúde em caso de piora do quadro clínico.
A vacinação contra a influenza segue sendo apontada como a principal forma de prevenir casos graves e internações, especialmente entre os grupos mais vulneráveis.
De acordo com dados do Ministério da Saúde, Mato Grosso do Sul já aplicou 1.103.949 doses da vacina contra a gripe.
A vacinação segue disponível para grupos especiais que ainda não se imunizaram, além de fazer parte da rotina de imunização de crianças, idosos e gestantes. A vacina aplicada em 2025 é de dose única anual.
A SES informou ainda que segue monitorando o cenário epidemiológico e mantém vigilância ativa, em articulação com os municípios, para acompanhar a circulação do vírus em todo o estado.
Entenda o subclado K
A gripe é causada pelo vírus influenza, sendo o tipo A o mais comum em surtos e nos quadros mais graves. O subclado K é uma variação genética da Influenza A (H3N2) e não representa um vírus novo.
Até o momento, não há evidências de que essa variação provoque quadros mais graves. O que se observa é uma circulação mais intensa e antecipada no hemisfério norte, o que resultou em aumento de internações.
Os sintomas são os mesmos da gripe:
febre;
dor no corpo;
tosse;
cansaço.
É importante procurar atendimento de saúde em caso de sinais de piora, como falta de ar ou agravamento rápido do quadro.
A vacinação anual segue como a principal forma de prevenir internações e casos graves. Também são recomendadas medidas simples, como usar máscara ao apresentar sintomas, lavar as mãos com frequência e manter os ambientes ventilados.
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