A demora para liberação do corpo de um bebê recém-nascido na Maternidade das Moreninhas, em Campo Grande, gerou tumulto na unidade esta manhã. Chorando muito, o pai da criança, Flávio Gonçalves de Almeida, 28 anos, reclamava da demora para liberação do corpo da criança, que já nasceu morta na última terça-feira e somente esta manhã foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) para necropsia.A mãe do bebê, Adriana Gomes Viseira, 35 anos, teria chegado à maternidade em trabalho de parto e quando o médico fez o ultrasson constatou que a criança estava morta. A criança foi retirada, segundo o Flávio, por parto normal e conservada até esta manhã em formol. A diretora administrativa da Maternidade, Rosemari Assunção, explica que o médico que fez o parto solicitou necropsia, mas como não se tratava de morte não assistida e não havia boletim de ocorrência o IML (Instituto Médico Legal) não faria o exame, teria de ser feito na rede particular. Para que o casal não precisasse pagar pelo exame, afirma a diretora, o médico registrou boletim de ocorrência solicitando esclarecimento da causa da morte da criança e esta manhã o corpo foi liberado. O médico acredita que a morte do feto tenha ocorrido um dia antes do parto. “O pai da criança está muito fragilizado. Nós esperávamos essa reação. Eu entendo ele”, afirma Rosemari.
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