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Morrer sem deixar saudades, por Silva Junior

26 fevereiro 2010 - 11h04

Participando de uma aula na Escola Bíblica Dominical (EBD), recentemente na Igreja Batista Nova Jerusalém (IBNJ), Vila Industrial, o professor Nilcimar Adonias Bragança, tocou num ponto extremamente importante para uma reflexão profunda sobre os últimos acontecimentos.

A frase de forte impacto teve os seguintes dizeres: se os homens (sentido genérico) morressem hoje os animais se sentiriam felizes e a natureza agradeceria penhoradamente. Nem a insensibilidade discorda dessa assertiva.
Acompanhando os últimos fatos não tem como ir contra a colocação tão apropriada do sábio professor. Ora, então vejamos! Quantas vidas foram ceifadas na folia do carnaval? Neguinhos e negrinhas, branquinhos e branquinhas encheram o caco de bebidas, drogas e deitaram e rolaram na
fuzarca. Quantos feridos e mortos em jogos de futebol? A situação do grupo de apostadores surrupiados no Rio Grande do Sul? E o que falar daquela criança morta pelo egoísmo e prepotência de dois “profissionais” da medicina? E o psicológico daquela mãe vivenciando ato deplorável envolvendo em tese duas pessoas preparadas para salvar vidas? E a mala rolando solta
nos corredores políticos do Distrito Federal e tantas mazelas ocultadas. A quem recorrer? A quem procurar apoio?

Os valores apontam para a fragilidade da sociedade de bem. Quem paga os tributos e procura viver uma vida digna recebe tratamento desrespeitoso, sem força de ação e entocado e refém dentro de sua própria casa. Nas favelas campeia a lei do mais armado, do mais nefasto, do mais covarde.

Observe o que Deus exorta em Gênesis 6:5: Viu o SENHOR que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração. Leia também Marcos 7: 20-23: O que sai do homem, isso é o que o contamina. Porque de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os os adultérios. A avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura. Ora, todos estes males vêm de dentro e contaminam o homem.

No governo do rei Jeorão houve tanto desmando, tanta malidicencia que quando o mesmo morreu não deixou absolutamente nada de positivo entre os povos. A passagem está registrada em Crônicas 21:20 - Era ele da idade de trinta e dois anos quando começou a reinar e reinou oito anos em Jerusalém. E se foi sem deixar de si saudades; sepultaram-no na Cidade de Davi, porém não nos sepulcros dos reis. Em qual estatística você quer estar inserido, no bem ou no mal? Pense nisso e mude de postura já!

Cá Termos. Em breve.


Silva Junior é Jornalista/Radialista

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