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Moka viabiliza recursos para o Hospital do Trauma da Capital

23 dezembro 2009 - 10h21

O deputado federal Moka (PMDB) conseguiu viabilizar a liberação de R$ 3,2 milhões para as obras do Hospital do Trauma de Campo Grande. Os recursos foram liberados sexta-feira (18) pelo Ministério da Saúde, que vão garantir a conclusão do prédio que abrigará o setor de atendimento de pacientes com traumas.

A obra terá custo total de R$ 6,7 milhões e foi projetada para operar com 130 leitos. O projeto inicial previa a utilização da estrutura do prédio para a maternidade da Santa Casa, na rua 13 de Maio.

Moka afirma que a construção do hospital irá desafogar a Santa Casa, agilizando e facilitando o tratamento dos doentes que recorrem aos atendimentos de emergência. "É uma vitória coletiva, a começar pelo empenho do prefeito Nelsinho Trad, dos secretários de Saúde do Estado e do
município, dos ministérios públicos estadual e federal, do interesse do ministro Temporão (Saúde) e pelo nosso trabalho em Brasília", comentou.
 
O deputado disse que começou a trabalhar pela garantia dos recursos quando tudo estava parado. "Não havia qualquer sinal de que a obra pudesse ser retomada. Foi aí que entendi que deveria ir atrás do Ministério da Saúde, expor a situação e ter a garantia de que poderíamos começar a sonhar com o término da construção", explica Moka, que é médico.

De acordo com a Prefeitura de Campo Grande, a maioria dos atendimentos de emergência da Santa Casa é relacionada a casos de traumatismos. "Um hospital dedicado ao atendimento destes casos desafogaria o fluxo das emergências, em especial na Santa Casa, otimizando o atendimento nos hospitais", diz o prefeito.

“Essa é a oportunidade de resolver o problema e acabar com a angústia nos pronto-socorros da Capital e da Santa Casa, que recebem um número elevado de acidentados. Trata-se de um investimento importante para a cidade e vamos torná-lo possível”, disse o prefeito.

O secretário de Saúde de Campo Grande, Luiz Henrique Mandetta, destaca a articulação de Moka para que o dinheiro fosse empenhado e liberado. "O deputado Moka teve uma função de grande importância nesse processo porque foi o responsável pela liberação dos recursos, sem os quais hoje não estaríamos comemorando a retomada da construção do hospital", afirmou.

O diretor administrativo da Santa Casa, Salim Cheade, lembra que, desde o início da obra, em meados de 1998, foram investidos pouco mais de R$ 1 milhão. “Depois a obra foi paralisada”, afirmou, dizendo que, além dos R$ 3,2 milhões liberados na semana passada, serão necessários outros R$ 3 milhões para concluir as obras do hospital.

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