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Ministro da Educação diz esperar acordo para levar lista tríplice ao presidente

08 março 2021 - 11h53Por André Bento e Thalyta Andrade

Durante agenda em Dourados nesta segunda-feira (8) para entrega da obra da Unidade da Mulher e da Criança, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, disse que espera um acordo sobre a lista tríplice para reitoria da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados). Só depois disso deve submeter a escolha ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). 

Eleito reitor na pela comunidade acadêmica e pelo colégio eleitoral em 2019, o professor Etienne Biasotto até hoje não pode assumir. A lista tríplice que referendou seu nome foi alvo de ação judicial. 

Com o imbróglio jurídico formado, Mirlene Ferreira Macedo Damázio foi designada como reitora pro tempore em 11 de junho daquele mesmo ano, indicada pelo então ministro da Educação Abrahan Weintraub. Ela foi substituída em fevereiro de 2021 por Lino Sanabria, indicado já pelo atual ministro, Milton Ribeiro. 

“Quando cheguei no MEC [Ministério da Educação] a situação já estava posta. Havia sido judicializada a questão da lista tríplice. O que nós estamos tentando agora é um acordo, porque quem judicializou foram os concorrentes, não foi o MEC. Por estar sob judice não posso tomar nenhuma decisão", argumentou Ribeiro ao Dourados News nesta manhã. 

Ele afimou querer o retorno à normalidade acadêmica. "A hora que tiver uma lista tríplice com toda condição estatutária regular, nós vamos, eu e o senhor presidente da República, vamos escolher da lista tríplice uma pessoa como fizemos em todas as outras universidades federais”, disse.

Embora ainda em outubro de 2019 o juiz Moises Anderson Costa Rodrigues da Silva, da 1ª Vara Federal de Dourados, tenha determinado que o MEC fosse intimado sobre decisão judicial que manteve a validade da lista tríplice, medida que competia à própria reitoria da universidade, o ministro da Educação diz que ainda existe possibilidade de ser feita uma composição. 

Quanto ao protesto realizado hoje por trabalhadores do HU-UFGD (Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados), cujo uma das pautas é a intervenção na universidade, Ribeiro minimizou. “Estamos em uma democracia. Não tenho nenhuma dificuldade de me ver diante de um protesto. Não sou político, sou técnico”, pontuou.

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