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Mercedes anuncia oficialmente a volta de Schumacher à F-1

23 dezembro 2009 - 08h06

O que era esperado por todo o mundo do esporte foi anunciado de forma oficial na manhã desta quarta-feira. O alemão Michael Schumacher está de volta à Fórmula 1, de acordo com a escuderia alemã Mercedes GP. O heptacampeão, de 40 anos, será companheiro de seu compatriota Nico Rosberg, retorna ao circo da F-1 após três anos de aposentadoria e deve ganhar 7 milhões de euros por um ano de contrato.

Depois de uma tentativa frustrada de retorno pela equipe Ferrari, pela qual conquistou cinco títulos mundiais, em substituição ao brasileiro Felipe Massa, Schumacher passou mais de um mês em negociação com a equipe que adquiriu a Brawn GP, campeã de pilotos e construtores na temporada 2009. As especulações sobre o futuro de Schumi se encerraram nesta quarta-feira, após entrevista dos dirigentes da escuderia alemã.

O alemão não retornou à Fórmula 1 em 2009 devido às dores no pescoço que foram causadas por um acidente em corrida de motos sofrida no mês de fevereiro. Com isso, acabou dando lugar ao italiano Luca Badoer, posteriormente substituído na Ferrari pelo compatriota Giancarlo Fisichella.

O seu companheiro de equipe para 2010, Nico Rosberg, destacou que Schumacher será bem vindo, mas alertou que os anos de aposentadoria podem pesar. “Não será fácil para ele. Quando você fica longe da Fórmula 1 por muito tempo, demora um pouco para encontrar o ritmo novamente. Não é simples”, completou o alemão.

A Mercedes GP procurava um piloto para dar evidência à marca na temporada 2010. A tentativa com o finlandês Kimi Räikkonen fracassou e o campeão de 2007 foi para as provas de rali. No entanto, Michael Schumacher demonstrou vontade de retornar às pistas e acertar com o time alemão, algo que atraiu os dirigentes da montadora.

A possibilidade do retorno do heptacampeão assustou a Ferrari. Em entrevista recente, o presidente Luca Di Montezemolo afirmou que não poderia dar um carro para Schumacher em sua equipe que terá o brasileiro Felipe Massa e o espanhol Fernando Alonso na próxima temporada.

O principal trunfo da equipe Mercedes para o retorno de Schumacher foi Ross Brawn, chefe da equipe, que trabalhou com o piloto alemão na Benneton entre 1992 e 1995 e na Ferrari entre 1996 e 2006. Brawn foi o estrategista da escuderia italiana nos principais momentos de Michael Schumacher.

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