O governo estuda usar os recursos do Fistel (Fundo de Fiscalização dos Serviços de Telecomunicações) na redução dos custos do celular pré-pago.
A medida é pertinente uma vez que 81% de todos os usuários da telefonia móvel possuem o “telefone a cartão”. “Não adianta sermos o 3º país do mundo em número de telefones, mas sermos o 83º em utilização. Vamos trabalhar para tornar o serviço ainda mais democrático, porque o pré-pago é, definitivamente, o celular do brasileiro”, afirma Hélio Costa.
O ministro já conseguiu avanços nesse setor, quando, em fevereiro, a Anatel obrigou as operadoras a vender os cartões para pré-pago com validade até 180 dias, além de revalidar os créditos expirados sempre que o cliente inserir um novo cartão.
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