O Conselho Municipal do Meio Ambiente (C.M.M.A.), órgão consultivo à disposição do prefeito de Dourados, Laerte Tetila, não vem sendo respeitado em suas atribuições por parte dos atuais dirigentes. O presidente Ernani entende que o IPLAN (Instituto de Planejamento Urbano e Meio Ambiente) é o órgão que deveria orientar o prefeito através das Comissões Técnicas na análises de loteamentos que se estabelecem em Dourados.
Hoje, ao contrário do que deveria regular o funcionamento dessas relações, o IPLAN assume o papel e dá seu parecer oficial através de seus departamentos subordinados, não exigindo a análise isenta do CMMA que foi criado com a participação de 15 entidades civis desvinculadas da Prefeitura e, portanto, livres de qualquer influência política, justamente para evitar subterfúgios e aceitação danosa.
Em recente manifesto publicado na imprensa de Dourados, o presidente do CMMA, Luiz Carlos Hernani, alertou para o fato de que “quando interessa à Prefeitura o Conselho é chamado a opinar; quando não interessa o Conselho é colocado à margem por omissão propositada. É o “rolo compressor”, denuncia a nota, reiterando que essa situação agrava-se agora com a criação de novos loteamentos sem a participação do órgão.
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