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Meia Zé Roberto vira tema de livro na Alemanha

09 setembro 2003 - 07h22

Quase ninguém viu, mas quem o fez aprovou. Essa é a explicação de Zé Roberto, jogador do Bayern de Munique, da Alemanha, sobre a razão de ser prestigiado pelo técnico da seleção brasileira, Carlos Alberto Parreira, enquanto torcida e parte da imprensa questionam o que faz o meia no time titular do Brasil."É normal (a resistência que sofre no país). O Campeonato Alemão não é tão divulgado aqui como o Espanhol ou o Italiano. E acredito que minha imagem só será mudada dentro de campo", afirmou Zé Roberto.Em sua sexta temporada no futebol alemão, o jogador é apontado por Parreira como seu "facilitador" em campo."Acho que ele diz isso pela forma como marco e apóio. Na Alemanha, melhorei muito na marcação. Hoje sou um jogador mais completo, já que a habilidade foi um dom de Deus", opinou o jogador, que considera ter feito domingo, contra a Colômbia, sua melhor partida pela seleção.Na vitória por 2 a 1 em Barranquilla, pela primeira rodada das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2006, Zé Roberto teve atuação destacada, com direito à assistência a Ronaldo na jogada do primeiro gol da seleção.E apesar de no Brasil não ser uma figura das mais populares, mesmo tendo atuado por Portuguesa, Flamengo, Real Madrid (ESP) e Bayer Leverkusen (ALE)- além de ter jogado a Copa de 1998 -, Zé Roberto vive situação bem diferente na Alemanha.Após uma entrevista para a imprensa alemã na qual contou as dificuldades de sua infância, o meia do Bayern foi procurado pelo escritor Steven Forgan, que transformou a história de Zé Roberto no livro chamado "Um passo para a vida com Deus", ainda inédito no Brasil."O Zé Roberto não aparece tanto, mas todos nós (jogadores e comissão técnica) sabemos da importância dele dentro de campo. Foi bastante cobrado, mas hoje mostra o grande jogador que é", avaliou Ronaldo.A lacuna na carreira de Zé Roberto é mesmo a ausência na lista de Scolari para a Copa do Mundo de 2002. O meia diz que ficar fora da campanha do penta não chegou a ser uma frustração, mas lamenta por não ir ao Mundial quando, segundo ele, vivia sua melhor fase."Fomos para duas finais (Liga dos Campeões e Copa da Alemanha). Estava na minha melhor forma. Mas aprendi bastante e pude crescer com isso", avaliou o jogador que, à época, atuava pelo Bayer Leverkusen. 

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