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Médicos de CG levam ao Rio experiência no tratamento de dengue

06 abril 2008 - 07h45


A experiência médica no tratamento da dengue será compartilhada com os profissionais do Rio de Janeiro, estado que atualmente enfrenta uma epidemia da doença. Seis médicos embarcam nesse domingo para a capital carioca, onde permanecem por pelo menos 10 dias reforçando as equipes, de vários estados do País, que atenderam aos apelos do secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, para tentar minimizar os efeitos da grave situação enfrentada por aquele Estado.

Para informar sobre a situação que vão encontrar e oferecer um estímulo a cada profissional, o prefeito de Campo Grande, Nelson Trad Filho esteve reunido na manhã desse sábado com os médicos que, neste domingo, embarcam para o Rio de Janeiro para atuar na assistência aos pacientes com dengue. O encontro, realizado no gabinete do prefeito, também teve a presença do secretário municipal de Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Mandetta fez um breve relato de sua ida à capital carioca, a convite de Sérgio Côrtes, quando esteve reunido com secretários e coordenadores para falar sobre a experiência de Campo Grande no tratamento da doença, durante a epidemia de 2007. “No ano passado, enfrentamos formas leves e graves da doença. Estamos enviando para o Rio, principalmente, os profissionais que trataram os casos mais graves”, informou Mandetta a respeito dos médicos infectologistas que vão para o Rio de Janeiro.

De acordo com a médica infectologista Márcia Dal Fabro, que passou dois dias no Rio de Janeiro, como os pacientes não estão recebendo a atenção básica, eles se dirigem diretamente para os hospitais. “Com certeza, nossa experiência de atenção básica será importante, porque ela funcionou muito bem no ano passado. O paciente só deve ir para o hospital em último caso”, observou a médica ao lembrar que a experiência de hidratar o paciente enquanto aguarda atendimento, será sugerida aos profissionais que estão no Rio.

O prefeito de Campo Grande relatou que o secretário estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Sérgio Côrtes está muito abatido com a situação. Ele mesmo ficou impressionado com o que viu ontem, na capital carioca, onde numa tenda várias crianças ocupavam uma única maca. “Este é o momento de todos se darem as mãos e ajudarem o Rio. Não é preciso trazer médico de Cuba, o Brasil têm muitos médicos bons. A situação é muito grave e, pelo que me informaram, a epidemia não chegou nem na metade”, considerou o prefeito antes de encerrar o encontro com os médicos.
GRUPO
Compõem a primeira equipe, que viaja no domingo, os médicos Bruno Baptista Monteiro Filardi (infectologista), Delso do Nascimento (infectologista), Éveny Luna de Oliveira (hematologista), Íris Bucker Froes (infectologista), Ana Lúcia Lyrio de Oliveira (infectologista), Maurício Antonio Pompílio (infectologista).
No dia 16, embarcam para o Rio, Andyane Freitas Tetila (infectologista), Erivaldo Elias Júnior (infectologista), Marcos Antonio Gonçalves (infectologista), Marcela Chacha Trad (infectologista pediátrica) e Paula Helena de Almeida Gattass (infectologista pediátrica).

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