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Média de reeleição aponta mais chances para 5 vereadores

08 agosto 2004 - 16h10

Os 18 dos 21 vereadores campo-grandenses que concorrem à reeleição este ano vão brigar para manter pelo menos cinco cadeiras no plenário. Essa é a média de 26,18% em retorno, conquistada nas últimas seis legislaturas, período considerado a partir da elevação de Campo Grande à capital do novo Estado de Mato Grosso do Sul. Depois da desistência de Tereza Name (sem partido), Waldemir Poppi (PTB) e Elias Dib (PMDB), aqueles que continuam no páreo estarão na concorrência de 3,6 candidatos por cada uma das cinco vagas da média de reeleição. Entre os quais, Magali Picarelli (PTB), Celso Ianaze (PMDB), Edil Albuquerque (PMDB), o presidente Youssif Domingos (PMDB) e Cabo Almi (PT) têm mais um detalhe com que se preocuparem. É que a garantia de um terceiro mandato consecutivo é ainda mais difícil que a primeira reeleição, pois nisso, a média tem ficado em apenas 1 das cinco vagas de reeleição, 29,16% delas. Se considerados neste cenário, os 5 candidatos estão brigando pela única vaga. Já a situação de Jamal Salem (PTB), Márcio Matozinhos (PSDB), Miltinho Viana (PMDB), Cristóvão Silveira (PSDB), Pércio Andrade (PT), Paulo Pedra (PMDB), Maria Emília Sulzer (PMDB), Alex do PT, Maria Elena Flores (PSDB), Airton Saraiva (PFL), Marcelo Bluma (PV), Ribeiro (PT) e Jorge Martins (PDT) é um pouco menos preocupante: 3,25 candidatos por vaga. Mas seja em qual grupo estiver o candidato à reeleição no pleito de 2004, há pelo menos três fatos que trazem certa tranqüilidade e que apontam uma superação das médias anteriores. Primeiro, que o índice se mantém crescente, considerando-se como base a legislatura de 1983 a 1988. Na seguinte, de 1989 a 1992, três retornaram, 14,28%. Na terceira, de 1993 a 1996, 4 voltaram, 19,04%. Na quarta, de 1997 a 2000, 8 voltaram, 38,09%, índice mantido nesta última, de 2001 a 2004. Segundo, o número de reeleitos para o terceiro mandato consecutivo, também vem crescendo. De 1, na terceira legislatura, de 1993 a 1996; passou para 2 na seguinte, de 1997 a 2000; chegando a três na atual legislatura, que começou em 2001 e se encerra neste ano. E em terceiro lugar, está o fato de que três campeões de votos estarão fora da concorrência. Tereza Name, a primeira colocada, com 10.472 votos, não concorre depois de enfrentar uma guerra interna no PFL, partido que abandonou. Ela representa na votação de 2000, 3,35% dos 311.674 votos apurados; 3,38% do total de 309.345 votos válidos; e 12,11% dos 86.456 votos somados pelos parlamentares que formam o atual plenário. Outros dois campeões de votos não concorrerão à reeleição porque já foram substituídos por seus suplentes. O candidato a prefeito de Campo Grande pelo PTB, Antônio Cruz, que teve 8.304 votos em 2000, elegeu-se para a Câmara Federal dois anos depois e foi substituído pelo suplente Santos Pereira (3.499 votos), que se afastou para ser secretário de governo da Prefeitura de Campo Grande, passando a vaga para Maria Emília Sulzer (PMDB), que somou 3.479 votos na última eleição. E Nelsinho Trad, que teve 7.155 votos para a Câmara Municipal em 2002 e se elegeu deputado estadual dois anos depois, foi substituído pelo suplente César Disney (2.845 votos), que renunciou junto com Robson Martins, eleito com 2.986 votos pelo PSDB, depois de se verem envolvidos num escândalo de exploração sexual infantil. Eles foram substituídos então por Maria Elena Flores (PSDB), que teve 2.835 votos, e Waldemir Poppi (PTB), que teve 2.574 votos. Do total de 300 candidatos habilitados à concorrência pela Câmara neste pleito, se excetuarmos os 18 vereadores que tentam a reeleição, sobram 282 candidatos que vão disputar uma média de renovação que fica em torno de 73,82%, ou 16 cadeiras. Assim, para quem está fora, a conquista de votos é ainda mais árdua. Eles enfrentam uma concorrência de 17,62 candidatos por vaga.

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