Os líderes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), Marco Willians Camacho, o Marcola, e Julio César Guedes de Moraes, o Julinho Carambola, negaram qualquer envolvimento com a onda de violência no Estado de São Paulo e com o assassinato do carcereiro Elias Pereira Dantas nos depoimentos dados por videoconferência nesta sexta-feira ao 1º Tribunal do Júri de São Paulo. O próximo passo do processo criminal será o depoimento de testemunhas de acusação, de acordo com o Trinunal do Júri de São Paulo. O crime ocorreu no dia 14 de maio deste ano, na zona norte da capital, durante a primeira onda de ataques criminosos contra alvos civis e forças de segurança pública do Estado. Leandro Lopes Badollato, o Toquinho, ouvido na mesma sessão também nega ter participado do homicídio. Já Michael do Rosário, o Zara, que tem seu nome no processo como acusado, continua foragido. Marcola e Julinho Carambola foram ouvidos por videoconferência porque estão presos no Presídio de Presidente Bernardes, no interior paulista, sob o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD).
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