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Marçal Filho quer correção na tabela no Imposto de Renda

20 janeiro 2011 - 09h15

O deputado federal Marçal Filho (PMDB) está ao lado das Centrais Sindicais, Força Sindical, CUT, UGT, Nova Central, CGTB, CTB, cobrando a aprovação do salário mínimo em R$580 e a correção da tabela do Imposto de Renda em 6,47%. O benefício do IR, previsto em lei, terminou em 2010, depois de a correção anual da tabela seguir por quatro anos consecutivos graças ao acordo realizado, em 2006, entre sindicalistas e governo.

Na última terça-feira (18) houve diversas manifestações por todo país pela correção da tabela do IR. Porém, após 12 dias sem retorno, os sindicatos aproveitaram os protestos e também protocolaram ação civil pública na subseção judicial da Justiça Federal de São Paulo contra a União.

No retorno do recesso da Câmara Federal o assunto certamente estará em discussão e o deputado colocou-se a favor da medida. “A tabela do IR já acumula, desde 1995, uma defasagem de 70%, é essencial que a correção aconteça”, declarou Marçal Filho.

Sem definição para as novas correções os trabalhadores, que antes eram isentos do pagamento do tributo, e receberam reajustes salariais, podem ser enquadrados em pisos da tabela que exijam o recolhimento.

Segundo o parlamentar, o reajuste do salário mínimo é outra luta contra a atual posição do governo em manter o valor em R$545. “Assim como a UGT (União Geral dos Trabalhadores) divulgou nota na qual repudia este reajuste eu me mantenho a favor dos R$580. Os trabalhadores, aposentados e pensionistas já contam com um salário muito pequeno para desistirmos deste aumento”, declarou o deputado.

2010

No fim do ano passado, o deputado federal Marçal Filho (PMDB) acompanhou as lideranças das maiores centrais sindicais brasileiras no encaminhamento ao presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT) e do Senado, José Sarney (PMDB) da elevação do salário mínimo para R$ 580 a partir de 1¹ de janeiro de 2011. Marçal Filho também encaminhou ao presidente do Congresso Nacional as reivindicações da Confederação Nacional dos Aposentados e Pensionistas (Cobap). O deputado foi o único parlamentar da bancada do Centro Oeste a participar da reunião que aconteceu com as lideranças da Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do presidente da Cobap, Warley Gonçales.











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