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Maioria do PMDB de MS rejeita aliança com Dilma

30 dezembro 2009 - 13h22

A maioria dos delegados que o PMDB de Mato Grosso do Sul levará à convenção nacional do partido, prevista para 30 de março, votará pela candidatura própria à presidência da República em consulta interna da sigla. A informação é do presidente regional do partido, Esacheu Nascimento.
A data ainda depende da publicação de edital. Na ocasião, peemedebistas de todo Brasil escolherão o novo comando do partido para 2010. Após a votação, está prevista uma consulta da qual sairá um indicativo do partido para as eleições presidenciais do ano que vem.

Os delegados deverão escolher entre aliança com PT, de Dilma Rousseff, com o PSDB, de José Serra, ou pela candidatura própria à presidência da República. Contudo, a escolha definitiva só sairá na convenção de junho de 2010, quando se decide os rumos do partido nas eleições.

O dirigente acredita que a tese da candidatura própria será vitoriosa na convenção de março. Mato Grosso do Sul participará com 23 delegados. “Pelos meus cálculos, 70% dos representantes do PMDB do Estado votam pela candidatura própria”, afirma Esacheu.

Conforme Esacheu, 760 delegados de todo País participam da convenção. O dirigente regional também aposta no índice de 70% a favor da candidatura própria na votação geral. O restante dos votos deverá se dividir entre os que preferem aliança com o PT e a ala que quer caminhar com o presidenciável tucano.

Esacheu nega que a atitude do PMDB local de votar pela candidatura própria e não pela aliança com o PT seja uma retaliação à candidatura de Zeca do PT ao governo do Estado.

“Não tem nada a ver. A decisão pela candidatura própria é uma questão partidária. O ideal é que todos os partidos lancem candidatos para a população avaliar. Agora, se houver um segundo turno é outra conversa”, explica.

Porém, lideranças do PMDB já tinham avisado à imprensa que se o PT insistisse na candidatura de Zeca do PT ao governo do Estado, os delegados da sigla votariam contra a aliança nacional entre os dois partidos.

Nacionalmente, a cúpula do PMDB tenta fechar aliança com Dilma Rousseff e indicar o vice dela, mas tal possibilidade não é consenso no partido, mesmo porque esbarra em dificuldades regionais.

A candidatura própria também não tem um grande côro de defensores. O governador do Paraná, Roberto Requião, se apresentou para concorrer, mas, até aqui, o partido não demonstrou empolgação com a candidatura dele.


Presidência do PMDB

Até aqui, dois deputados federais despontam como possíveis nomes à presidência do PMDB, Eliseu Padilha (RS) e Eunício de Oliveira (CE). Conforme Esacheu, os dois têm chances, mas o primeiro já contaria com a simpatia de boa parte da legenda.

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