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Lupi diz que ano eleitoral não pode obstruir salário mínimo

07 janeiro 2010 - 12h30

Ao defender o aumento de 9,67% do salário mínimo em ano eleitoral, o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, afirmou hoje (7) que a proximidade do pleito não pode ser um “impeditivo” para um valor mais justo. “Não posso responsabilizar a população”, afirmou o ministro. “Se é ano eleitoral, paciência, não podemos parar a máquina administrativa”, acrescentou.

Desde o dia 1º de janeiro, estão em vigor os reajustes do salário mínimo – que passou de R$ 465 para R$ 510 – e do seguro-desemprego – que agora está entre R$ 841,89 e R$ 954,21.

Para Lupi, 2010 será o melhor ano de todo o governo Luiz Inácio Lula da Silva. Ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro, ele voltou a dizer que a expectativa para este ano é de que cerca de 2 milhões de empregos com carteira assinada sejam criados.

Sobre a geração de mais de 1,4 milhão de postos de trabalho até novembro de 2009, Lupi avaliou que o número demonstra que o país estava preparado para enfrentar a crise financeira internacional. Ele lembrou que os Estados Unidos chegaram a “comemorar” a perda de “apenas” 80 mil empregos no ano passado. Segundo o ministro, um saldo de mais de 1 milhão de vagas é “uma amostra inequívoca da força da economia nacional”.

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