O presidente Luiz Inácio Lula da Silva acertou ontem com os ministros que o acompanharam à Holanda montar uma estratégia mais permanente de defesa do álcool como combustível alternativo. A medida é uma reação ao que o ministro Miguel Jorge (Desenvolvimento, Indústria e Comércio) considera uma "surpreendente campanha na Europa" contra o álcool. Depois de um momento de deslumbramento com os combustíveis alternativos, em especial o álcool, começaram a surgir ataques ao produto.
Entre as argumentações contrárias a ele, estão a plantação de cana-de-açúcar para produção de álcool em terras que deveriam ser destinadas a alimentos, o uso de trabalho precário ou até mesmo escravo em canaviais e que o álcool é menos favorável ao ambiente do que se supõe.
Obcecado pelo tema dos combustíveis alternativos, Lula pede uma estratégia permanente, elaborada, reunindo os especialistas dos ministérios do Desenvolvimento Agrário, do Meio Ambiente, da Agricultura e do Desenvolvimento.
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