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Lula autoriza uso das Forças Armadas em Minas Gerais

05 junho 2004 - 10h03

As tropas do Exército já iniciaram na madrugada deste sábado as operações de patrulhamento nas ruas de Belo Horizonte (MG) e no interior mineiro.O contingente é formado por 3.000 homens do Exército.No final da noite de ontem, o tenente-coronel Sylvio Antônio de Oliveira Cardoso, oficial de comunicação da 4ª Região Militar, disse que o papel do Exército é garantir a segurança dos moradores em locais públicos e, principalmente, na região central da capital.Até o início da madrugada de hoje, nenhum veículo do Exército havia sido utilizado no patrulhamento nas ruas. Segundo Cardoso, os militares já estavam em estado de alerta desde a manhã de ontem, prevendo que poderiam ser acionados a qualquer momento. Mas, a definição da atuação foi acertada somente na noite de ontem durante uma reunião entre o general da Divisão do Exército em Minas Gerais, Paulo César de Castro, o sub-secretário para Assuntos Penitenciários, Agílio Monteiro Filho, o comandante-geral da PM, coronel Sócrates Edgard dos Anjos, e o superintendente da Polícia Civil, José Arcebispo Filho. GreveA entrada em operação do Exército no patrulhamento das ruas de Minas é fruto do pedido feito pelo governador do Estado, Aécio Neves (PSDB), ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.Ele pediu a ajuda das Forças Armadas para patrulhar as ruas do Estado, devido à greve de policiais civis e militares, dos bombeiros e de agentes penitenciários.De acordo com a assessoria do governo mineiro, Aécio Neves conversou, por telefone, com o presidente que se colocou à disposição para ajudar o Estado e disponibilizou os homens necessários. O governador conversou ainda com o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, e da Defesa, José Viegas Filho.Por volta das 22h30, o presidente divulgou nota informando que "instruiu o Ministério da Defesa a ativar, de imediato, os órgãos operacionais das Forças Armadas para a garantia da lei e da ordem em Minas Gerais"."As Forças Armadas deverão ser empregadas pelo prazo necessário para a superação da atual situação daquela unidade da Federação", diz a nota divulgada pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República.As polícias Militar e Civil, o Corpo de Bombeiros e agentes penitenciários de Minas Gerais entraram em greve nesta sexta-feira por tempo indeterminado. As negociações por aumento salarial entre as entidades de classe, que queriam um reajuste de 54%, e o governo estadual, que ofereceu 6%, terminaram em impasse. 

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