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Lucro do BB chega a R$ 1,4 bilhão no 1º semestre

17 agosto 2004 - 13h58

O Banco do Brasil "está vivendo momento especial", com ganhos de competitividade e de mercado, segundo afirmou o presidente da instituição, Cássio Casseb, ao anunciar o lucro líquido de R$ 1,421 bilhão que o banco obteve no primeiro semestre do ano. Esse foi o melhor resultado da história recente do Banco do Brasil, com aumento de 31,7% na comparação com o lucro de R$ 1,079 bilhão obtido em igual período do ano passado. Resultado conseguido, em grande parte, de acordo com Casseb, pelo aumento de 21,1% da carteira de crédito, que cresceu R$ 14,5 bilhões de janeiro a junho, alcançando o total de R$ 83,1 bilhões, o que representa 18,8% do total de créditos (R$ 442,387 bilhões) do sistema financeiro. O resultado do Banco do Brasil no primeiro semestre permitiu a distribuição de R$ 450 milhões aos acionistas da instituição, a título de juros sobre capital, com aumento de 39,8% em relação à distribuição de dividendos no mesmo período de 2003. Número que corresponde a retorno sobre patrimônio líquido médio anualizado de 23,9%, com lucro de R$ 1,94 por ação, contra lucro de R$ 1,47 distribuído em junho do ano passado. De acordo com Cássio Casseb, o gerenciamento integrado de riscos da carteira de crédito do BB resultou em melhor qualidade na classificação de créditos, com redução dos níveis de inadimplência. E o crescimento mais expressivo, segundo ele, ocorreu no mercado de varejo, que encerrou o primeiro semestre com saldo de R$ 24,2 bilhões e aumento de 29%, comparado ao balanço de junho de 2003. O crédito utilizado por pessoas físicas finalizou junho com volume de R$ 13,5 bilhões (24% a mais que em junho do ano passado), e o saldo das operações de Crédito Direto ao Consumidor (CDC) - principal produto destinado para esse segmento - encerrou o semestre com saldo de R$ 9,3 bilhões, o equivalente a 38,4% da carteira de varejo, que tem mais de 4,9 milhões de operações. O Banco do Brasil tem 82 mil funcionários e 13,9 mil pontos de atendimento em todo o país. O banco detém a liderança disparada em ativos (R$ 227,4 bilhões) e administra o maior volume de depósitos de terceiros, no valor de R$ 152,9 bilhões, pertencentes a 20,1 milhões de correntistas. Essa cobertura - agora ampliada pela implantação do Banco Popular do Brasil (BPB), que já dispõe de mil pontos conveniados em 20 estados - possibilitou que micro e pequenas empresas tivessem maior participação no total de créditos do BB. Esse segmento de mercado terminou junho com saldo de R$ 15,3 bilhões em créditos, registrando aumento de 45% na comparação semestral. O BB Giro Rápido, principal linha de capital para essas empresas, apresentou saldo de R$ 3,2 bilhões para 600 mil pequenas empresas (55% a mais que em junho de 2003). E o BB Giro Automático, lançado no início deste ano para atender exclusivamente a microempresas com faturamento de até R$ 500 mil por ano, operou mais de R$ 100 milhões para mais de 35 mil empresas. Líder no financiamento rural, o BB totalizou R$ 25,6 bilhões em junho nos créditos ao agronegócio brasileiro, com aumento de 18,8%, ou R$ 4,1 bilhões a mais. Os recursos para a agricultura familiar - uma das prioridades do governo federal - somaram R$ 3,4 bilhões na safra agrícola 2003/2004, financiando mais de um milhão de pequenos produtores no campo. Em volume de recursos a carteira de crédito comercial encerrou o semestre com saldo de R$ 17 bilhões e evolução de 13,4%. Mas, somadas as operações de capital de giro com recursos captados no exterior, o crédito utilizado pelos mais de 22 mil clientes atacadistas soma R$ 23,9 bilhões. Além de ampliar seus negócios com seguros, previdência e capitalização, Cássio Casseb revelou que o Banco do Brasil conquistou, no mês passado, a liderança também no "ranking" de repassadores de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para micro, pequenas e médias empresas. Movimentou R$ 1,7 bilhão em mais de 30 mil contratos.

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