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Leão compara São Paulo a uma faculdade

07 setembro 2004 - 23h40

No último treino antes de enfrentar o Paraná, Leão, técnico do São Paulo, ignorou o coletivo. Preferiu treinar fundamentos. Em certo momento do treino, separou o grupo em dois. Laterais, zagueiros e alguns volantes de um lado, treinando cruzamentos e jogadas aéreas, comandados por Pedro Santilli e Milton Cruz. Atacantes, meias e outros volantes do outro, sob seu próprio comando, treinando chutes a gol. Ora pelo meio, ora pelas laterais. Leão foi exigente.Quem errava os chutes ouvia uma sonora reclamação. O treinador parou, ensinou, mostrou como era o melhor jeito de bater na bola para os atletas. Quando saía um gol, elogios para os atacantes e bronca nos goleiros. Nenhum jogador escapou. "O São Paulo é uma universidade. Por mais craque que um jogador seja, um treinador deve acrescentar algo", avisou Leão. "Temos que começar a diminuir os erros de passe e chute. Fiz um treino orientando muito os jogadores e vou repetir isso quantas vezes for necessário", explicou. Isso não ocorreu só terça-feira.Nos outros dias, principalmente nos coletivos, o novo técnico não deixava a atividade correr. Quando não gostava de algo, parava e mostrava o correto. Fazia o jogador repetir o mesmo fundamento muitas vezes. "Meu pai (Wladimir, ex-lateral do Corinthians) disse que o Leão é muito perfeccionista", lembra Gabriel, titular na lateral direita. O titular Cicinho está suspenso. "Fizemos coletivos longos durante a semana e nem sentimos cansaço, pois o Leão pára muito o treino para conversar com os jogadores", completou o goleiro Rogério Ceni, que havia trabalhado com o treinador na Seleção Brasileira. Ceni, por sinal, completou 14 anos de São Paulo. Em 7 de setembro de 1990, ele fez seu primeiro teste na equipe profissional do São Paulo. Na ocasião, Gilmar Rinaldi e Zetti eram os goleiros. Rogério é o atleta mais antigo no clube do atual elenco. Dois meias Nesta quarta-feira, Leão vai manter o São Paulo no 3-5-2, como Cuca costumava colocar o time. Neste esquema, o único jogador na armação é Danilo, que alterna altos e baixos na temporada. Leão, no entanto, avisou que prefere outro esquema, o 4-4-2, com dois jogadores na armação e volantes marcadores. "Não posso jogar assim por causa das características dos meus jogadores. Com dois jogadores na zaga ficaríamos muito vulneráveis. Não podemos nem pensar em empatar", explicou o treinador.

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