Laucídio Coelho Neto, presidente da Acrissul (Associação dos Criadores de MS), foi reeleito na noite da última segunda-feira, para mais dois anos à frente da entidade. O evento contou com a presença de associados que lotaram o auditório da instituição e foi presidido pelo titular do Sindicato Rural de Campo Grande, José Lemos Monteiro.
Laucídio Coelho foi eleito por aclamação e em seu discurso agradeceu o trabalho coletivo e a participação dos sócios. "Agradeço a todos vocês, ao corpo de funcionários e colaboradores. A Acrissul, em seus 76 anos, juntamente com a Santa Casa e a Associação Comercial de Campo Grande são as instituições mais tradicionais da Capital com atuações que extrapolam sua área fim", disse Laucídio.
"Passamos dois anos muito difíceis 2005 e 2006, com a queda no preço da arroba do boi que se acumulou com a aftosa", contou o presidente da Acrissul, lembrando que entre 1994 e 2004 a produção de carne bovina subiu 20% ao ano, sendo 5% por conta do aumento do rebanho e mais 5% por causa da produtividade.
Em seus oito anos como presidente da entidade Laucídio acompanhou a escalada das exportações de carne bovina. "Há 15 anos exportávamos 5% de nossa produção e hoje 25%, isso nos torna bastante dependentes do mercado externo e o Brasil não possui acordo sanitário com 60% dos mercados mais importantes, que englobam Estados Unidos, Japão e Coréia do Sul", contou afirmando que o País se tornou especialista em exportar carne para países em desenvolvimento, mas que as novas perspectivas para o Mato Grosso do Sul mudam significativamente o cenário para pecuária que vai ficar fortalecida. "A cana-de-açúcar e a silvicultura são elementos que vão mudar o perfil da economia estadual", afirmou.
Laucídio enfatizou que é a primeira vez que Mato Grosso do Sul tem um governador preocupado com a segurança sanitária. "As coisas já estão melhores e a atuação deste governo nos enche de otimismo, o valor do bezerro, valorizado na Expogrande e na Expocam deste ano, mostram que o ivernista vai ter que vender seus animais mais caros para poder fazer sua reposição", destacou Laucídio, afirmando que um dos desafios de sua nova gestão é aumentar a arrecadação financeira da Acrissul, prejudicada por conta das crises de 2005 e 2006.
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