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Lanzarini diz que eleições não devem atrapalhar relações

05 janeiro 2004 - 10h47

O presidente da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul) e prefeito de Amambai, Dirceu Lanzarini (PL), afirmou no fim de semana que as eleições municipais deste ano não devem atrapalhar as relações institucionais. Segundo ele, apesar do pluripartidarismo que envolve a entidade, composta por prefeitos de várias correntes partidárias, a relação com os poderes constituídos, principalmente o governo estadual, não pode mudar. Em sua avaliação, é perfeitamente possível conciliar a campanha com os trabalhos administrativos, embora reconheça que em menor escala, já que muitos prefeitos deverão se dedicar à reeleição. “É preciso que os agentes públicos continuem agindo de forma racional, de modo que o calor da campanha eleitoral não atrapalhe o desenvolvimento das atividades administrativas”, disse, lembrando que a Assomasul tem se pautado pela eficiência e pela dedicação a seus associados na luta em favor do municipalismo. O presidente da Assomasul deseja que 2004 seja muito melhor para os municípios, que foram extremamente prejudicados no ponto de vista econômico do País, a partir das mudanças decorrentes do processo de transição do governo. Para Lanzarini, houve cortes sem precedentes na transferência dos recursos constitucionais às prefeituras brasileiras, como o FPM (Fundo de Participação dos Municípios), que sofreu queda substancial ao longo do ano,  além da retenção de dinheiro destinado a atender as emendas parlamentares. Isso, segundo ele, provocou pânico entre os prefeitos, que foram obrigados a promover ajustes em suas economias, decretar o meio expediente e reduzir a carga horária de atendimento à população como parte do processo de contenção de despesas. Apesar da crise, Lanzarini entende que houve pontos positivos ao longo do ano em favor dos municípios, citando a aprovação de algumas propostas reivindicadas pela CNM (Confederação Nacional de Municípios), durante sucessivas marchas à Brasília. Um dos fatores compensatórios, segundo o dirigente, foi a elevação, dentro da reforma tributária aprovada pelo Congresso, do FPM, que terá aumento de 1% em 2004, mais R$ 1,5 bilhão em 2005 e 1,6 bilhão em 2006, além dos serviços do ISS.   

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