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Laboratório de DNA de MS já entregou mais de 300 exames

01 dezembro 2004 - 14h57

Em pleno funcionamento desde maio deste ano, o laboratório de DNA da Coordenadoria de Perícias, órgão vinculado à secretaria de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul (Sejusp/MS), já entregou mais de 300 exames de DNA.Desde a implantação do laboratório, o governo do Estado está capacitado para realizar a análise de sequenciamento do DNA, atendendo principalmente aos processos de investigação de paternidade em que são partes pessoas carentes, necessitadas do exame para maior certeza na solução dos litígios. Além do atendimento a esse segmento social, a coordenadoria também se capacitou para utilizar o exame de DNA em apoio às perícias criminais, notadamente em ocorrências de estupros e homicídios.Do total de exames realizados até a presente data, 22 eram ligado à área criminal (estupro e paternidade fruto de estupro) e o restante na área civil (teste de paternidade). A chefe do laboratório de DNA, farmacêutica e bioquímica Ceres Ione Macksoud, já agendou 700 novos exames para fevereiro. “Com a convocação das pessoas para coleta de material no início do ano, a espera na fila praticamente acabou”. Os exames, depois de concluídos, são encaminhados diretamente ao juiz e demoram cerca de um mês para ficarem prontos. “É possível fazer até 13 exames por mês, levando em conta a utilização de três capilares por caso (três materiais genéticos)”, explicou.Em um laboratório particular os exames custam cerca de R$400,00 reais. O Estado, contando com a estrutura existe, atende casos encaminhados pelo Poder Judiciário, gratuitamente.Antigamente, o juiz encaminhava o ofício à Coordenadoria de Perícias para confecção do exame, e as pessoas não sabiam quando seria agendada a coleta. Hoje, a coordenadoria de Perícias, ao receber o ofício do juiz, já agenda a coleta para a data mais breve possível. “A maior preocupação da população é saber quando será chamada”, disse a chefe do Laboratório.Ao ser perguntada da importância do laboratório para resolver os casos criminais, Ceres citou o caso de um rapaz do município de Três Lagoas, que estava sendo acusado de estupro. A delegada local recolheu o lençol e foi comparado com o material espermático do rapaz. “Os exames comprovaram que o rapaz era inocente”, finalizou.Para maiores informações entrar em contato com Ceres Ione Macksoud nos telefones (67) 356738 ou 92630373. 

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