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Jucems digitaliza quase um século de relato das empresas de MS

07 junho 2006 - 13h32

Mais de 1,8 milhão de páginas de documentos depositados no arquivo da Junta Comercial de Mato Grosso do Sul (Jucems) desde o início do século passado poderão ser consultadas online por órgãos públicos, empresas privadas e qualquer cidadão até o final deste ano. A fase piloto começa no próximo dia 19 de junho, quando documentos referentes a abertura, alterações e fechamento de empresas nos oito primeiros meses de 2005 estarão disponíveis via Internet para organismos governamentais, que respondem hoje por 80% da demanda de atendimento da Jucems.Os usuários já terão acesso até o final deste mês a informações de 120 mil páginas de documentos de 2005. Isso equivale a dados de registro de aproximadamente 10 mil empresas de Mato Grosso do Sul.Além da consulta e da cópia de documentos, o novo sistema permitirá a solicitação e emissão de certidões sem que o solicitante saia de seu ambiente de trabalho ou residência. A digitalização dos arquivos da Jucems segue instrução de trabalho determinada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para todas as juntas comerciais do Brasil. As imagens de documentos em arquivo estão sendo progressivamente indexadas para que possam ser pesquisadas pelo Sistema Integrado de Automação de Registro do Comércio (Siarco).Dentre os principais usuários de informações da Jucems que serão beneficiados pelo novo sistema de consultas e obtenção de documentos estão o Poder Judiciário, Ministério Público, Polícia Federal, Procon e organismos privados como o Serasa e o Sebrae/MS.Diariamente chegam a ser digitalizadas perto de 10 mil páginas que passam ainda por tratamento de imagem e controle de qualidade. “Temos livros de registros da vida de algumas empresas da década de 20 que, de tanto manuseio, estão se deteriorando; a digitalização vai eliminar este manuseio e salvar estes documentos que fazem parte da história de Mato Grosso do Sul”, garante Osiro.Alguns dos livros de registros mais antigos contam a história das vidas das empresas de Ponta Porã (período de 1919-1951) e de Corumbá (1921-1947). O manuseio deixou as páginas rasgadas e soltas. Várias delas estão emendadas com adesivos plásticos que acabaram acelerando a deterioração. “Com a digitalização e tratamento das imagens destes registros, informações importantíssimas estão sendo protegidas”, afirma o presidente da Jucems. 

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