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Jornalistas são ameaçados por denunciar abusos

18 abril 2004 - 08h18

Dois jornalistas de um jornal do sul da China foram ameaçados de morte depois de escrever notícias em que denunciavam os abusos cometidos por várias empresas construtoras de Shenzhen, cidade vizinha a Hong Kong, informou hoje, domingo, a imprensa local. Os dois repórteres, cujos nomes não foram facilitados por razões de segurança, receberam telefonemas anônimos nos quais se assegura que as construtoras locais contrataram por dois milhões de iuans (200.000 dólares) assassinos de aluguel para matá-los Em seus artigos, os jornalistas citaram os nomes de várias companhias de construção de Shenzhen, uma das cidades mais desenvolvidas do país, às quais responsabilizam por causar um forte impacto meio-ambiental com alguns de seus projetos. As notícias de ambos os jornalistas foram publicadas em um momento em que a construção de grandes projetos converteu-se em um foco de polêmica, pois o próprio presidente Hu Jintao denunciou recentemente que há um grave problema de especulação, abuso de terras e expropriações forçosas. Sabe-se que ambos pertencem ao conglomerado de comunicação Bright Daily, do qual fazem parte dez jornais chineses nos quais se destaca o jornalismo de investigação frente a tendência de publicar notas oficiais. O incidente demonstra as dificuldades que os jornalistas chineses encontram na hora de exercer sua profissão, já que são frequentes as pressões do Governo e dos poderes locais quando publicam ou tentam publicar notícias que saiam da linha oficial. Organizações como Repórteres Sem Fronteiras (RSF) acusam a China de ser um dos países com maior repressão à liberdade de imprensa, no qual vários profissionais foram presos por publicar artigos críticos ao governo comunista de Pequim. Apesar da censurar e das pressões, os especialistas opinam que o jornalismo chinês está avançando e melhorando em qualidade, embora mais nas cidades comerciais do sul e do sudeste (Xangai, Cantão, Hong Kong) que na capital, Pequim, onde a proximidade do Governo implica um maior controle dos meios.    EFE 

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