O jornalista e escritor Joel Silveira decidiu lançar a "anti-candidatura" à vaga do escritor Jorge Amado, afirmando que ficou revoltado com a arrogância da escritora Zélia Gattai, mulher de Amado, "que tomou conta da vaga do marido como se fosse um direito hereditário".
Segundo o jornalista, até hoje só houve dois casos de unanimidade na história da Academia Brasileira de Letras: Getúlio Vargas e Assis Chateaubriand. "Getúlio, porque era um ditador. Quem era doido de não votar nele? E Chateaubriand, um chantagista, porque ninguém queria se indispor com ele".
O anti-candidato disse ainda que Zélia Gatai faz literatura de quinta ordem. "Na verdade, Jorge Amado levava os livros dela para serem publicados. Como ele vendia muito, os editores não iam refugar os romances de sua mulher. Hoje, duvido que publiquem mais algum livro dela. Não tenho nada contra a sua candidatura. Só não tem o direito de querer ou dizer que é uma unanimidade entre os membros da entidade", afirmou o jornalista.
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