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Jardim: Viúva de corretor executado será ouvida em outubro

14 setembro 2004 - 19h53

Está marcado para amanhã o interrogatório do soldado da Polícia Militar Humberto Aparecido Rolon, suspeito de envolvimento na morte do corretor de imóveis, Altair Cavalhero Flores Neto, em Jardim. Ele é o único dos quatro pm´s acusados de participação no assassinato que ainda não se apresentou à Justiça. A presença dele é aguardada para às 13h15, no Fórum de Jardim. A Justiça de Jardim decretou prisão dos policiais no início de agosto. Humberto Aparecido Rolon foi o único que não se apresentou. Segundo informações da assessoria de imprensa, na época, o soldado - lotado em Ponta Porã - estava dispensado dos serviços para fazer um tratamento de saúde em Dourados. Viúva vai ser ouvida O interrogatório dos pm´s que estão presos em Campo Grande foi no dia 16 de agosto. As testemunhas de acusação foram ouvidas no dia 10 de setembro e ontem. Nessa segunda-feira, a Justiça determinou que a viúva do corretor, Bruna Petry Flores, arrolada pela Promotoria Pública como testemunha de acusação, seja ouvida no dia 5 de outubro, às 9 h, no Fórum de Jardim. Ela é considerada "peça-chave" no caso, já que estava ao lado do marido quando ele foi executado com 16 tiros. Estudante responde processo por falso testemunho O estudante Mariel Pereira Tavares continua preso numa cela da delegacia de Jardim. Ontem, durante audiência, ele recebeu voz de prisão do juiz Carlos Garcete. Mariel teria dito que foi coagido pelos delegados, durante a fase de inquérito, a confessar que teria levado Bruno Maroni, um dos acusados do crime, de Jardim até uma praça na cidade de Guia Lopes da Laguna, onde o pai, o comandante afastado da PM de Ponta Porã, Gibson Maroni, junto a "outras pessoas" estaria aguardando o filho. O horário que isso aconteceu seria próximo ao horário do crime. Todas as informações estão no processo. Na delegacia, Mariel Tavares, voltou atrás no depoimento. O caso já foi encaminhado novamente para o juiz. Mariel deve ser transferido para a cadeia pública até amanhã. Pelo crime de falso testemunho, ele pode ser condenado até 3 anos de reclusão, com o agravante de pegar mais um terço da pena pelo fato de ter cometido o crime em um processo penal.

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