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Japão ainda em alerta após piores tremores em uma década

24 outubro 2004 - 11h06

O nordeste do Japão continua em alerta diante da possibilidade de acontecerem mais terremotos após o país ter sofrido ontem a série de tremores mais devastadora em uma década.O balanço de vítimas da agência Kyodo subiu hoje para 21 mortos, sete desaparecidos e cerca de 1.500 feridos, todos na província de Niigata, onde foram localizados os epicentros dos tremores.O Instituto Sismológico Nacional mantém sua advertência de que ainda podem acontecer tremores e até novos terremotos de 6 graus na escala Richter. As equipes de resgate procuravam hoje desaparecidos entre os escombros de algumas das 76 casas que desabaram, a terra voltou a tremer.Um terremoto de 4,9 graus na escala Richter voltou a atingir a província de Niigata, precisamente na localidade de Ojiya, a mesma onde foi foram registrados ontem tremores ainda mais fortes, sem que desta vez houvesse vítimas.Os tremores de ontem derrubaram casas que soterraram várias pessoas, abriram enormes crateras nas estradas e fizeram um trem-bala descarrilar, algo que nunca aconteceu nos 40 quarenta anos de funcionamento do serviço.Os responsáveis da companhia ferroviária afirmaram que o sistema de freio, que se ativa ao sentir o mais leve tremor, não funcionou quando o trem passou sobre o epicentro do primeiro terremoto.O descarrilamento, que não causou vítimas, mantém paralisado o serviço de trens de alta velocidade entre a cidade de Niigata e Tóquio.A maioria das mortes foi causada pelo desabamento de casas ou por deslizamentos de terra em 37 locais da província, localizada 200 quilômetros ao norte de Tóquio.O Serviço Meteorológico do Japão atribui esse cenário de destruição à sucessão de poderosos tremores, afirmando que é a primeira vez, desde o início do registro de dados, que acontecem quatro terremotos seguidos com mais de 6 graus na escala Ritcher.A agência Kyodo informou também que além dos quatro grandes terremotos, foram registradas durante cinco horas outros 143 abalos sísmicos nessa região do litoral da província.Mais de 68 mil pessoas tiveram que ser evacuadas e uma grande parte também passará a noite de domingo abrigada em pavilhões esportivos.O fornecimento de energia volta gradativamente, no entanto, no início da tarde de domingo, ainda havia 129.000 casas sem luz, das quais 56 mil tinham o gás cortado. 

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