O marceneiro João Gregório Filho, 51 anos, esteve na tarde de hoje na redação do Dourados News, e afirmou ser injustiçado quanto ao processo movido por ele, com relação ao desaparecimento do irmão dele, Airton Gregório Filho, em 15 de abril de 1998. Quando o vendedor de carros Airton desapareceu, tinha 26 anos. De acordo com João, na data do desaparecimento, Airton foi ao sitio dele, acompanhado de uma pessoa conhecida por “José” em uma caminhonete. E depois disso, ele não foi mais visto. Segundo o irmão dele, Airton era amasiado com Ana Paula Dronovisk e tinha uma filha de 1 ano e meio. A criança estaria ainda sem receber a herança do pai desaparecido. Ele teria como bem uma casa no Jardim Izidro Pedroso, um veículo BMW, cor azul 1991, uma caminhonete cor verde Ford F-1000 de 1988 e uma caminhonete cor azul Custon Luxo de 1993. Segundo João, a caminhonete Custon foi entregue a Pedro Murg Dronovisck, pai de Ana Paula através de um documento com assinado de Airton, que estava desaparecido à 15 dias. João questionou que o irmão não poderia ter assinado um documento, uma vez que estava desaparecido. A suspeita, por parte dele que o documento de transferência do veículo tenha sido falsificado por Pedro, no entanto, a justiça não investigou o caso. Ele afirmou ainda que a caminhonete F-100 foi devolvida ao antigo proprietário por ordem do delegado Roberto Queiroz Coelho, responsável pelo caso. João Gregório afirmou ao Dourados News, que a BMW foi entregue a um traficante chamado Vanderlei Vani sem a autorização da família. A casa foi entregue também a Pedro Dronovisk e a caminhonete F-1000 foi entregue mediante, segundo informações de João. Ele reclama que o processo correu sem que ele tivesse um advogado, que não houve acompanhamento da OAB ou ainda dos recursos humanos quanto o caso. Ele questiona a troca de documentos da caminhoneta F-1000, onde João seria sócio de Airton no veículo, quem que vai ressarcir o prejuízo da caminhonete. E a criança que está ate agora desamparada? Quem vai pagar esse prejuízo? A justiça ou o estado? Uma vez que inocentaram o delegado, causador de todos os prejuízos e eu já procurei a justiça e todas as formas, alguém tem que ser responsabilizado, conclui João.
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