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IP: Morte de empresário e geólogo em SP deve encerrar esta semana

20 setembro 2004 - 21h35

A polícia civil paulista espera encerrar o inquérito que apura a morte do empresário Antonio Ribeiro Filho, assassinado no Guarujá (SP) até o final da semana. O processo, que corre em segredo de justiça, já tem mais de 600 páginas."Quando terminar esta fase, poderei entrar com os argumentos de defesa dos meus clientes", explica José Roberto da Rosa, advogado do cabo da polícia militar Nelson Barbosa Oliveira e do servidor público, Alberto Aparecido Nogueira, conhecido como "Betão". Nelson Oliveira está detido no Presídio Militar, à disposição da Justiça paulista. Betão está foragido. Crimes ligadosO cabo é apontado pela polícia paulista como o assassino do geólogo Nicolau Ladislau Ervin Haralyi, morto no dia 21 de julho, na capital paulista. "Com as fotos que tiramos do cabo, feitas durante nossa estada em Campo Grande, testemunhas daqui reconheceram Nelson Oliveira como autor dos disparos", afirma o delegado Rui Augusto da Silva, que na semana passada esteve em Campo Grande para diligências. Ele e os outros dois delegados, João Jorge Guerra Cortez e Flávio Afonso têm convicção que o assassinato do geólogo e do empresário foram cometidos pela mesma pessoa. "O `modus operandi´ do crime, a roupa usada pelos assassinos do Guarujá chamaram a atenção do delegado da Homicídios, Flávio Afonso, que investiga o assassinato do geólogo. Por isso, resolvemos vir a Campo Grande para coletar mais informações." Uma outra coincidência que liga os dois crimes é que tanto o empresário Antonio Ribeiro Filho, no Guarujá, e o geólogo Nicolau Haralyi, seriam grandes latifundiários em Mato Grosso. Caso Guarujá O delegado Rui Augusto afirma que a identificação da mulher que teve o retrato falado divulgado na imprensa vai ser fundamental para concluir o caso. Ela foi vista por testemunhas que estavam no flat onde morava o empresário Antonio Ribeiro Filho junto aos agentes Ezequiel Leite Furtado e Eduardo Minari Higa. Os dois policiais civis sul-mato-grossenses estão presos em São Paulo. A análise pericial da arma pessoal do cabo Nelson Barbosa de Oliveira, uma pistola 380, também vai ser um dos instrumentos para incriminar ou não o cabo, de acordo com o delegado João Jorge Guerra Cortez. Segundo ele, a arma está em São Paulo para exames periciais.

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