Os depoimentos de três envolvidos na negociação do dossiê com informações contra candidatos tucanos prestados entre a manhã de sexta-feira e a madrugada do sábado na Polícia Federal em Brasília foram combinados para dificultar as investigações, afirmou o procurador Mário Lúcio Avelar. "A sequência de depoimentos foi articulada e tramada para ocultar a verdade dos fatos", disse a jornalistas o procurador, que investiga o caso, ao deixar a Superintendência Regional da PF após ouvir mais de 14 horas de depoimentos. O procurador e o delegado da Polícia Federal, Diógenes Curado, colheram as versões do diretor licenciado do Banco do Estado de Santa Catarina Jorge Lorenzetti, do ex-diretor do Banco do Brasil Expedito Veloso e do ex-secretário do Ministério do Trabalho Oswaldo Bargas, sobre seus envolvimentos no episódio. Todos confirmaram terem participado em algum momento das movimentações que envolveram a tentativa de obtenção de documentos junto ao empresário Luiz Antônio Trevisan Vedoin
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