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Insitituto de Pesquisa do Pantanal vai para o Estado vizinho

07 janeiro 2010 - 15h22


Mato Grosso do Sul não é o destino do INPP (Instituto Nacional de Pesquisas do Pantanal). Mesmo possuindo 65% do bioma, o instituto deve ir para o Estado vizinho, Mato Grosso, que tem 35%.

A informação foi repassada pela assessoria de imprensa do deputado estadual Maurício Picarelli (PMDB). Em outubro de 2009, o parlamentar entrou em contato com o MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia) para solicitar a instalação do instituto aqui.

Conforme nota repassada pela assessoria, o ministro Sergio Machado Rezende, disse que a proposta original de instalação não será modificada. Ou seja, a implantação em Mato Grosso.

Segundo Rezende teria informado ao deputado, o MCT decidiu implantar o instituto na UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso), em Cuiabá, em decorrência de uma parceria mantida desde 2004 com o CPP (Centro de Pesquisa do Pantanal).

O centro é responsável pela rede de pesquisa nas áreas estratégicas para o bioma Pantanal, integrante instituições e pesquisadores dos dois Estados.

Um alteração na proposta original, informa assessoria, seria comprometedora, informou o ministro, já que afetaria o Plano Plurianual 2008-2011 do governo Federal.

Porém, núcleos executores do instituto em outras localidades (como em Mato Grosso do Sul, por exemplo), podem ser instalados.

“O INPP deveria estar localizado em uma cidade realmente pantaneira e desvinculada das instituições já existentes”, defende Picarelli, via assessoria.

Segundo assessoria do parlamentar, na UFMT já existe o Instituto Nacional de Áreas Úmidas, aprovado em 2008, com aporte de R$ 9 milhões já previstos. “Dois institutos ligados ao mesmo segmento de pesquisas é algo que se torna muito incoerente”, afirma Picarelli.

O Pantanal é uma das maiores extensões úmidas contínuas do planeta e é banhado pela bacia hidrográfica do Alto Paraguai. Tem área de 138.183 quilômetros quadrados. O bioma se estende pelo Paraguai e pequena parte da Bolívia, onde mudam de nome: Chaco (leia tchaco). Sofre influências de outros biomas, como Amazônia e Cerrado. Segundo o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), Mato Grosso do Sul possui cerca de 65% do Pantanal e o Estado vizinho, 35%.

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