A taxa de inflação do ano poderá ser superior aos 6% previstos pelo governo no acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), admitiram hoje responsáveis do Banco Central (BC), em nota oficial.
De acordo com o BC, a inflação do mês de julho (1,33%) foi superior à esperada, devido, entre outros fatores, ao racionamento de energia e à desvalorização do real, motivos pelos quais a taxa dos últimos 12 meses ficou em 6,3% e a acumulada desde janeiro, em 4,32%.
Pelo acordo assinado entre o Brasil e o FMI, ficou estabelecido que a inflação de 2001 seria de 4%, podendo chegar a um teto de 6%. Para 2002, a meta de inflação é de 3,5%. "A manutenção das taxas de juros em 19% ao ano indica que a inflação será ligeiramente superior a 6% em 2001, mas ficará abaixo da meta de 3,5% em 2002", diz a nota do BC.
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