Um incêndio, que já destruiu quatro mil hectares de áreas nativas e dura quatro dias, está destruindo tudo que encontra pela frente na região de Porto Morrinho, no Pantanal de Mato Grosso do Sul, em Corumbá, matando animais silvestres, gado e queimando dormentes da malha ferroviária.
Segundo o comandante da Polícia Florestal em Corumbá, capitão Kleber Haddad Laner, um segundo foco começou a ganhar grandes proporções hoje na região conhecida por Abobral, também em Corumbá, além de um terceiro foco, que atinge a Serra da Bodoquena, no município de Jardim, onde existe o Parque Nacional da Serra da Bodoquena.
Segundo o Capitão Kleber, o incêndio maior atinge as regiões de Porto Esperança, Baía do Tuiuiú, Passo do Lontra, Morro do Azeite e Antônio Maria Coelho. Fazendeiros e funcionários da Ferrovia Novoeste tentam controlar o fogo, mas sem qualquer resultado positivo. A justificativa é de que a área é de difícil acesso. Não existem meios para o tráfego de caminhões, por se tratar de áreas muito acidentadas, principalmente na região da Bodoquena. Os homens da Polícia Ambiental de Corumbá sobrevoam o Pantanal, procurando descobrir a melhor maneira de combater os incêndios. (S/J)
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