Em 14 de novembro comemorava-se o aniversário de Frederick Banting, que junto com Charles Best, criou a insulina. Essa data é lembrada até hoje para alertar a população para os riscos da diabetes.
Só no Brasil são cerca de 5 milhões de portadores, e o número cresce a cada dia. Este aumento é conseqüência dos péssimos hábitos e estilo de vida, e também decorrência do envelhecimento da população. De acordo com o dr. Bráulio Luna Filho, presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP), o Infarto Agudo do Miocárdio é a principal causa de morte relacionada ao diabetes, atingindo mais freqüentemente mulheres portadoras de diabetes do tipo 2 (veja abaixo).
“O paciente portador de diabetes deve ter cuidado redobrado com a saúde, o que inclui o correto controle da doença, prática de atividade física regular e atenção à alimentação. Como em todas as pessoas, o infarto não acontece de uma hora para outra. O excesso de gordura no sangue, sedentarismo, alimentação inadequada e estresse, ao longo dos anos, são alguns dos elementos que levam à obstrução nas artérias coronárias”.
Dr. Bráulio registra também que o quadro é ainda mais delicado se o paciente tiver antecedentes familiares e for tabagista.
O Diabetes Mellitus é caracterizado pela hiperglicemia, o aumento dos níveis de açúcar no sangue. Isso pode ocorrer por diferentes motivos, culminando nos vários tipos da doença. Qualquer que seja a causa, o tratamento gratuito já é oferecido em todo o País.
Tipo 1
A manifestação do diabetes tipo 1 é mais comum na infância, embora possa surgir em outras faixas etárias. Com evolução inicial mais rápida, drástica e grave, acarreta perda de peso, sede excessiva, diurese e fome aumentados e cansaço fácil.
Tipo 2
Geralmente se manifesta após os 40 anos e em indivíduos obesos, com alimentação inadequada e também em sedentários. Pelo fato de geralmente não causar sintomas específicos, passa despercebido e costuma ser descoberto muito tempo depois, quando o paciente já está debilitado e com complicações. Estima-se, por isso, que cerca de metade dos portadores não saiba de sua condição, permanecendo sem tratamento.
Aparece durante a gestação e, na maioria dos casos, desaparece após o parto. Além dos sintomas comuns aos demais tipos, pode haver excessivo ganho de peso, infecções urinárias, vômitos e visão turva.
O acompanhamento pré-natal adequado é extremamente importante para o diagnóstico e tratamento precoces. Caso contrário, há riscos para a gestante, tais como dificuldade de cicatrização, queda da resistência imunológica, hipertensão arterial e suas conseqüências, que podem acabar num aborto ou parto prematuro. Para o feto, há também risco de hipoglicemia, icterícia prolongada, problemas respiratórios e malformações cardíacas.
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