O primeiro-ministro britânico, Tony Blair, cujas tropas participam dos ataques ao Afeganistão, em apoio aos Estados Unidos, "se transformou em alvo legítimo" para os muçulmanos, afirmou hoje um porta-voz do grupo fundamentalista Al Muhajirum, com sede em Londres.
"Como aliados, britânicos, americanos e possivelmente os franceses, que estão bombardeando os muçulmanos do Afeganistão, se transformaram em alvos, incluindo seus edifícios governamentais, instalações militares e até mesmo o número 10 de Downing Street (residência oficial de Tony Blair em Londres)", ameaçou Abdul Rehman Saleem.
"Não vou derramar nem uma lágrima por ele (Tony Blair). Do ponto de vista islâmico, seu provável agressor não será castigado, mas sim elogiado", concluiu o porta-voz do Al Muhajirum. Desde os atentados terroristas de 11 de setembro contra Nova York e Washington, Blair foi o primeiro líder mundial a se engajar na declaração de guerra americana ao terror. Em Downing Street, um porta-voz se negou a comentar as ameaças. "As pessoas neste país têm liberdade de expressão", disse sob garantia de anonimato.
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