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ARTIGO

Graves ataques contra a Humanidade

26 fevereiro 2022 - 15h46Por Rodolpho Barreto

PELO DIREITO DE VIVER. A Corte Constitucional da Colômbia aprovou nesta segunda-feira (21) a descriminalização do aborto até 24 semanas, cerca de seis meses de gravidez - ou seja, quando o bebê está praticamente formado. Nada mais lamentável. Há algum tempo atrás, tivemos o movimento denominado "vidas negras importam". E as vidas de bebês no ventre materno, não importam? 

Sim, abortar é matar, é agir contra a vida. Com o agravante de ser uma criatura inocente, frágil, que deveria ser protegida, amparada - e não exterminada. Não é só uma questão religiosa, como muitos dizem. É uma questão humanitária. Sim, pois a vida de qualquer ser humano começa na fecundação.

A Dra. Marli Virgínia, ao falar do sofrimento do feto ou do bebê já formado, durante o abortamento, lembrou que, em alguns países, já se fala em anestesiar antes da prática do ato, para que não sofram tanto, quando lhes for tirada a vida.

Bernard Nathanson, em seu livro “The hand of God”, arrola todas as técnicas utilizadas para o aborto. Narra, por exemplo, um episódio que acompanhou pessoalmente, filmando um feto que procurou desviar-se do aspirador introduzido no útero. Seus batimentos cardíacos quase dobraram, quando o aparelho o encontrou. Assim que seus membros foram arrancados, sua boca abriu-se, o que deu origem ao título de uns dos seus estudos: “O grito silencioso”.

O óvulo fecundado contém toda a base primordial para a existência. Um dos argumentos abortistas é que o corpo é da mulher e não do feto, algo cientificamente contestado no livro intitulado "Direito fundamental à Vida", com autores de sete países, juristas, professores de medicina e biomedicina, em que uma das maiores especialistas em células-tronco adultas, no Brasil, demonstra que, desde o zigoto (ou seja, desde a primeira célula humana), todos os sinais de todos os órgãos de cada ser humano já estão definitivamente esculpidos. 

A partir de sua concepção, isto é, a partir da união do óvulo com o espermatozóide, o organismo da mulher passa, de imediato, a ser conduzido pelo novo ser - e não mais por ela mesma. Adapta-se à nova realidade biológica, que torna a mulher, mãe - repito mãe - daquele ser em seu ventre concebido.

O direito à vida é o maior de todos os direitos do indivíduo. Como preservar a vida, menosprezando o seu início? O direito do nascituro é isso: o direito sagrado à vida de quem está prestes a nascer. Segundo o Dr. Ives Gandra, especialista jurídico do tema: "Defender o direito de matar o nascituro é colocar-se em franco conflito com o que dispõe o art. 4º do Pacto de São José, que declara que a vida começa na concepção. E o pacto de São José é o Tratado Internacional das Américas de Proteção aos Direitos Humanos Fundamentais, ao qual o Brasil aderiu!"

Claro que a responsabilidade de proteger o bebê não é apenas da mulher, mas de toda a sociedade. Por que abortar, se podemos investir em programas de educação, acolhimento, assistência, saúde e prevenção de uma gravidez indesejada? O aborto é um crime, é uma violência, em todos os sentidos (violência física e psicológica - para com a criança, para com a mãe, para com a família e, portanto, para com a humanidade). 

Disse Madre Tereza: "Se aceitamos que matem nossos filhos no próprio ventre, como vamos dizer às pessoas que não matem umas às outras?" Não há como dizer para proteger a vida, atacando-a na sua base fundamental. É contraditório. Abortar é direito da mulher? Mas e o direito de viver de muitas bebês mulheres que ainda estão no útero, não conta? Ninguém deve ter o direito de matar.

Desculpe aos que pensam diferente, mas a palavra "aborto" é sinônimo de assassinato, de infanticídio: é o extermínio covarde do pequeno ser que não pode se defender. Eu, você, todos nós, já fomos um feto. As pessoas só estão vivas hoje porque não foram abortadas. Como defender o aborto nos outros?

E a mulher grávida que não quer o próprio filho? É triste, mas existe a possibilidade de doar para adoção. Existe uma fila de pessoas dispostas a adotar um bebê. Enfim, matar nunca será solução para nada. A vida não é descartável. O aborto é o ápice do materialismo, do egoísmo, do individualismo, da banalização da vida. E todas as vidas importam, não é mesmo?

Finaliza o Dr. Ives Gandra em seu artigo publicado na internet: "Devemos lutar pela vida. Os governos devem dar assistência às mulheres que não têm condições ou não querem seus filhos, inclusive criando instituições públicas com este objetivo. Não podemos simplificar a questão eliminando o ser humano indesejado, porque o governo e a sociedade não querem responsabilizar-se por eles."

Senhores pais e mães, governo e sociedade, reflitam! Que não partam para a solução fácil de matar nossos filhos e filhas, em vez de pensarem na preservação da vida. Que não busquem a ''antecipação da morte'' ou ''a interrupção da vida'' do nascituro. Que cultivem, neste país, o direito de nascer, o direito de viver e não o direito de matar inocentes no ventre materno.

A GUERRA COMEÇOU. Nesta quinta-feira (24), Kiev e outras cidades ucranianas amanheceram sob bombardeios e sirenes que anunciavam o início da invasão russa. A antiga União Soviética fez o que todo o mundo civilizado tenta evitar há anos, desde o fim da Segunda Guerra Mundial, na década de 40. 

Ao dar início ao bombardeio de cidades ucranianas, o exército de Vladimir Putin tenta ampliar seu domínio sobre um país vizinho, sem que este tenha cometido qualquer agressão que justificasse uma medida drástica militar de autodefesa.

Trata-se de um retrocesso, no sentido mais literal da palavra, pois o mundo já foi assim: um sombrio palco no qual nações disputavam por hegemonia com base naquilo que seu poderio bélico lhes permitisse conquistar. 

"O resultado sempre envolveu milhões de mortes, desabrigados e feridos, cidades destruídas, economias arruinadas e, claro, a própria noção de dignidade da vida humana brutalmente relativizada até o ponto de parecer inexistente." (Fonte: gazetadopovo.com)

Lideranças internacionais, representantes de organizações de segurança, analistas e pesquisadores buscam compreender e responder ao disparate russo à altura, enquanto as populações dos países direta ou indiretamente envolvidos na situação se questionam: Estamos, afinal, diante do início de uma 3ª guerra mundial?

"É bem verdade que mesmo após a 2ª Guerra houve vários conflitos armados no século XX, mas quase nenhum deles foi motivado por mero expansionismo de uma nação militarmente mais poderosa."

Para o cientista político Márcio Coimbra, ex-diretor da Apex e coordenador de pós-graduação do Mackenzie Brasília, a ampliação da guerra a nível internacional é improvável no curto prazo.

"Como a Ucrânia não faz parte da OTAN e os líderes europeus estão com muito medo de uma guerra, penso que a tendência é deixarem o país ser tomado pela Rússia para evitar um conflito ainda maior", explicou o especialista.

Contudo, nada estimula mais um agressor a manter seus atos do que a certeza da impunidade. Se a resposta das nações comprometidas com a paz for frágil e passiva, muito do que consta em tratados diplomáticos de manutenção da paz será desacreditado. 

O presidente americano afirmou que a guerra contra a Ucrânia “não foi provocada” e que foi “premeditada por Putin”, não descartando aplicar sanções diretamente contra o presidente russo no futuro. Sanções econômicas já estão sendo aplicadas. (Fonte: cnnbrasil.com)

“Putin é o agressor e quem escolheu a guerra“, afirmou, acrescentando que “nunca foi uma questão de se defender”. Ainda assim, informou que as tropas americanas não estão na Ucrânia e não serão enviadas ao local, mas para os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) no Leste Europeu para defender a aliança.

"O mundo no qual autocracias expansionistas ditavam às regras tendo por fundamento seus canhões foi deixado para trás há muito tempo. Não podemos permitir que ele volte." (Fonte: gazetadopovo.com)

Facebook / Instagram : @rodolphobpereira

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