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Governo saudita: terrorista morto participou de massacre em Riad

13 agosto 2004 - 21h57

O suposto terrorista morto na última quarta-feira em Meca, em um confronto com as forças de segurança, era um dos autores do atentado cometido em novembro de 2003 em Riad que deixou pelo menos 18 mortos, informou hoje, sexta-feira, o Ministério do Interior saudita. O comunicado, difundido pela agência SPA, assinala que o suposto extremista era Abdulrahman bin Obaidallah Alharbi, de nacionalidade saudita. "As forças de segurança perseguiram um suspeito na área dos lugares santos de Meca e dispararam contra ele, matando-o depois que ele ameaçou explodir uma granada de mão", assinala o comunicado oficial. Segundo a fonte, Alharbi era procurado pelas forças de segurança ao ser considerado um dos responsáveis diretos "pelas atividades criminosas do grupo extremista ao que pertencia", no qual estava encarregado de fabricar explosivos e preparar carros-bomba. Alharbi tinha sido detectado em um apartamento do distrito de Jaldiyah, em Meca, revistado pelas forças de segurança em 14 de junho de 2003 e de onde conseguiu fugir. "Junto com o já detido Nimr bin Sahaj Albogomy, Alharbi foi uma das pessoas que disparou contra os guardas do complexo residencial de Al Mohaya (Riad) quando foi atacado com um carro-bomba no Ramadã", segundo o comunicado. Este atentado causou em 8 de novembro, durante o Ramadã muçulmano, 18 mortes e mais de cem feridos entre os residentes do complexo, habitado em sua maioria por estrangeiros. Segundo o Ministério do Interior, Alharbi também participou da preparação de dois carros-bomba que foram descobertos pelas forças de segurança antes de serem utilizados. A Arábia Saudita foi atingida por uma série de atentados terroristas cometidos por extremistas islâmicos que começaram em maio de 2003 em um complexo residencial em Riad e que deixaram um total de 90 mortos, tanto estrangeiros como sauditas.A campanha policial contra o terrorismo não cessou desde então e, apesar da anistia oferecida em 23 de junho pelo rei Fahd aos extremistas islâmicos que se entreguassem, só seis perigosos ativistas aceitra neste último mês e meio o perdão real.

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