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Governo promete acordo de "mão dupla" ao PMDB, diz Mercadante

27 junho 2005 - 14h57

O governo sugere um acordo de "mão dupla" ao PMDB. Caso a ampliação da aliança entre o PMDB e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva se concretize, as bancadas do PT nos Estados deverão apoiar os governadores da legenda aliada."A política sempre tem seu caminho de mão dupla... Seguramente será bem recebido o apoio do PMDB nas diversas bancadas estaduais do PT, onde o PMDB é governo", afirmou o líder do governo no Senado, Aloizio Mercadante (PT-SP), a jornalistas nesta segunda-feira.Lula propôs uma ampla aliança com o PMDB, aumentado o espaço do partido no ministério. Isso independeria de um acordo eleitoral com o PT na corrida presidencial de 2006.E, apesar de ter ouvido do presidente peemedebista, deputado Michel Temer (SP), que levaria a proposta às outras lideranças partidárias, Lula quer finalizar a reforma ministerial no menor prazo possível."O presidente Lula já disse às lideranças do PMDB e a todos com quem tem conversado que pretende agilidade (na reforma). Para que os novos ministros possam arregaçar as mangas e trabalhar", afirmou Mercadante.Tanto o PMDB quanto Lula sabem que o atraso da reforma é "conseqüência óbvia" do impasse dos peemedebistas, disse Renan. Por isso todos preferem ver com otimismo todos os cenários, até os mais pessimistas.Os governadores do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto, do Rio de Janeiro, Rosinha Garotinho, e de Santa Catarina, Luiz Henrique, são os principais pontos de inflexão do acordo com Lula."Essa discussão tem uma contrapartida óbvia. Essa colocação (dos governadores) só poderia ter sido posta se nós tivermos do presidente um apelo para incluir a questão eleitoral, mas nós ressalvamos essa condição", afirmou o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).Aliado de Lula, Renan trabalha para agilizar a resposta do PMDB ao presidente. O presidente do Senado prefere discutir a proposta em diálogos internos."A Convenção é desnecessária", afirmou Renan, acrescentado que o partido fará "a marcha da insensatez" se negar o "apelo" do presidente Lula

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