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Governo investe R$ 120 mil para ampliar escola da aldeia guató

30 setembro 2003 - 15h23

O secretário de Estado de Educação, Hélio de Lima, vai lançar amanhã, 1º de outubro, na aldeia Guató, município de Corumbá, as obras de ampliação da unidade que funciona como extensão da escola municipal pólo Nathércia Pompeo dos Santos. O governo vai investir R$ 120 mil na construção de duas salas de aula, sala de administração, cozinha, refeitório e sanitários. Segundo Hélio de Lima, essa é uma ação concreta de inclusão social. "É um compromisso que o Governo Popular havia assumido com esses cidadãos".Acompanhado do superintendente de Apoio Administrativo e Operacional, Rui Carlos Reiter, do coordenador de Rede Física, Horácio de Almeida Liberato, e da coordenadora do programa Brasil Alfabetizado Mova-MS Alfabetizado, Cilena Pina Pinto, o secretário de educação reúne-se com a comunidade, às 10h, para tratar dos detalhes da obra. A ampliação da escola deve terminar em três meses. As condições atuais da unidade, que conta com apenas uma sala, não atende às necessidades dos alunos. Segundo um levantamento da Coordenadoria de Políticas Específicas em Educação, da SED, feito no ano passado, a aldeia conta com 72 indígenas em idade escolar (da 1.ª a 7.ª séries do ensino fundamental) e 13 pessoas não alfabetizadas. O secretário e sua equipe vão dar outra boa notícia aos guatós, conhecidos também como índios-canoeiros. Uma embarcação comprada pela Eletrosul será doada à comunidade, para auxiliar a escola. Com esse barco, os professores locais poderão fazer o acompanhamento escolar dos alunos em suas casas, já que muitos deles moram distante das escolas e o deslocamento só pode ser feito por água. A equipe da SED também vai discutir com os moradores o projeto para implantação de um sistema de energia solar, que vai permitir o funcionamento de salas de alfabetização de adultos à noite. A aldeia Uberaba, na Ilha Ínsula (no município de Corumbá), onde vivem os guatós, fica na divisa do Estado com Mato Grosso e fronteira com a Bolívia, uma região distante e de difícil acesso, de barco, pode demorar três dias. Os índios guatós vivem no Pantanal dispersos ao longo dos rios do médio e alto Paraguai, São Lourenço e Capivara, no município de Corumbá. Foram considerados extintos durante 40 anos. Depois de se reagruparem e lutarem por seus direitos, tiveram finalmente a área de reserva demarcada pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, em fevereiro deste ano. O trajeto da equipe da secretaria até a comunidade será feito de avião e barco.  

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