A indústria da construção civil está crescendo em ritmo acelerado neste início de segundo semestre, principalmente por parte do poder público. O governo de Mato Grosso do Sul e algumas prefeituras, como as de Campo Grande e Três Lagoas têm lançado obras significativas para o desenvolvimento do setor. Agora, na opinião do diretor da Federação dos Trabalhadores na Construção Civil e presidente do sindicato da categoria em Campo Grande, Samuel da Silva Freitas, só falta a iniciativa privada ousar mais e promover maiores investimentos para reduzir o número de desempregados no Estado.
Samuel, que esteve esta semana com o governador André Puccinelli (PMDB), conversando sobre o mercado, disse que ficou bastante otimista com as perspectivas de investimentos do Estado no incremento da construção civil. Entre as obras que serão implantadas em MS, segundo Samuel, está a construção de 429 moradias em Campo Grande. “Não temos dúvida de que a intenção do governo é realmente fomentar a geração de emprego, lançando obras de importância para nossa sociedade”, comentou o sindicalista.
O diretor da federação disse também que esta semana teve a oportunidade também de conversar com o prefeito Nelson Trad Filho (PMDB), que deverá fazer o lançamento de 200 obras para a cidade, no próximo dia 15. “Essas informações nos deixam bastante otimistas”, disse Samuel na esperança agora de que a iniciativa privada, especialmente os bancos, façam sua parte, estimulando a contratação de empréstimos principalmente para compra e/ou edificação de moradias.
Depois de amargar sérios problemas com um dos mais elevados índices de desemprego no Estado, desde o ano de 2000, a construção civil tem apontado sinais de crescimento, segundo Samuel, desde 2005. Ele não tem dúvida de que não só o Estado, como também o País, passará a crescer significativamente a partir de agora. Campo Grande, para se ter idéia do índice de desempregados, possui cerca de 30 mil trabalhadores desenvolvendo os mais variados trabalhos (bicos) para sobreviver. A atividade de camelôs e de catadores de material reciclável, são duas opções bastante utilizadas por pedreiros, carpinteiros, serventes e outros profissionais do setor, quando não pegam pequenas obras de caráter temporário.
Em Três Lagoas, outro exemplo, segundo Samuel Freitas, de esforço do poder público e iniciativa privada de aquecer o setor da construção civil. A instalação de inúmeras indústrias no município tem feito com que a prefeitura procure também, na mesma velocidade que as indústrias, dotar a cidade da infra-estrutura necessária para receber essas novas empresas e famílias que passam a fazer parte da sociedade.
Da mesma forma, outras prefeituras de nosso Estado têm feito o mesmo esforço para superar suas crises através do fomento da indústria da construção civil. “Estamos otimistas e acreditamos piamente no desenvolvimento de nossas cidades e de nosso País”, comentou o sindicalista. (Assessoria)
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