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Governo do Estado investe na difusão da música de MS

17 fevereiro 2011 - 12h22

O governo do Estado, através da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, tem investido fortemente na difusão da música produzida no Estado. Projetos de envergadura, como MS Canta Brasil e Som da Concha, ganharam o gosto popular, atraindo milhares de pessoas a apreciarem nossos talentos musicais.
Projeto criado na gestão do governador André Puccinelli, o projeto MS Canta Brasil possibilitou 29 apresentações gratuitas nos últimos quatro anos com os mais conceituados grupos, cantores e cantoras regionais e consagrados nomes representativos da musicalidade popular brasileira.

Com média de público de 50 mil espectadores por edição, o projeto levou até o Parque das Nações Indígenas cerca de 1,5 milhões de pessoas, entre 2007 e 2010. Nomes como Vanessa da Matta, Alceu Valença, Elba Ramalho, Frejat, Seu Jorge, Zé Ramalho, Lenine, Zélia Duncan, dentre outros, abrilhantaram o palco do MS Canta Brasil.

Entre as atrações de Mato Grosso do Sul, o projeto contou com a participação de Chalana de Prata, Filho dos Livres, Olho de Gato, Zezinho do Forró, Carlos Colman, Marcelo Loureiro, Mandioca Loca, Leo Verão e Daniel Freitas, Olho D´água, dentre outros.

Som da Concha – Com duas apresentações por mês em domingos alternados, o projeto levou gratuitamente até a Concha Acústica Helena Meirelles, no Parque das Nações Indígenas, artistas da Capital e do interior, consolidando um espaço importante para a divulgaçãrtistas da Capital e do interior, consolidando um espaço importante para a divulgaçes representativos da da musicalidade populao da música sul-mato-grossense.
Em quatro anos, o Som da Concha acumula 136 apresentações e público estimado em 38.600 pessoas. A cada domingo, dois artistas ou grupos se revezam no palco da Concha Acústica, apresentando ritmos e sons diversos.

Realizado todas as quintas-feiras no teatro Aracy balabanian, no Centro Cultural José Octávio Guizzo, o projeto Cena Som apresenta espetáculos musicais de artistas sul-mato-grossenses com ingressos populares, cuja renda é destinada aos próprios músicos que se apresentam. Ao todo, nos últimos anos, o Cena Som contou com 110 espetáculos musicais, com público de 14.251 pessoas.

Quarta Erudita – Criado com a idéia de ampliar e formar um público maior para a música clássica e abrir espaço para os artistas que atuam na área, o projeto Quarta Erudita, criado em 2009, acontece uma vez ao mês (de março a dezembro) no Teatro Aracy Balabanian e já soma 12 edições, mobilizando 8.600 pessoas.

Nesta mesma linha foi criado o projeto Encontro com a Música Clássica, com quatro edições realizadas desde 2007. Com a participação de músicos nacionais e internacionais de renome, o evento, com entrada gratuita, promoveu a cada edição uma semana voltada para a música clássica em apresentações diversificadas para vários pontos de Campo Grande. Cerca de 10 mil pessoas prestigiaram as apresentações.

Entre as atrações internacionais figuram Pierre Descaves, oboísta francês, Emmanuele Baldini, violinista italiana, o quarteto de violões Quaternaglia, formado por músicos americanos e brasileiros e a solista e percussionista Soluna Garnes, de Trinidad e Tobago.

Festivais – Os festivais América do Sul e de Inverno de Bonito, em suas quatro últimas edições, representaram um espaço privilegiado à divulgação da música popular brasileira e de músicos de Mato Grosso do Sul.

O Festival América do Sul já contou com a participação de 83 músicos e bandas mobilizando cerca de 280 mil pessoas nas apresentações. Já o Festival de Inverno de Bonito contou com musicais produzidos por 63 artistas e público de 240 mil pessoas nas apresentações musicais.

Brasil Canta MS – Desenvolvido pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul em parceria com o Ministério da Cultura, o projeto levou a cinco estados brasileiros (São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) uma caravana artística formada por 23 músicos e técnicos da área que apresentaram um espetáculo musical com repertório tradicional de composições sul-mato-grossenses.

Com público estimado em quatro mil pessoas e boa receptividade em todo o roteiro de apresentações, o Brasil Canta MS contou com direção musical de Otávio Neto e com a participação de Geraldo, Gilson e Jerry Espíndola, Filho dos Livres, Edineide Dias, Sandro Moreno, Alex Mesquita, Alex Cavalheri, mais o Quarteto de Cordas dirigido pelo Maestro Eduardo Martinelli.

Kit de Difusão Musical e DVD Festival Viva MS – A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul criou o projeto Kit de Difusão Musical, que em duas edições, cada uma com duas mil unidades, registrou a arte de 100 músicos do Estado, enviando o produto às rádios de Mato Grosso do Sul e de todo o país para a divulgação da música produzida em território sul-mato-grossense.

É importante destacar também o projeto Viva MS, que em 2007, celebrando os 30 anos de criação de Mato Grosso do Sul, envolveu todos os municípios do Estado, transformando em DVD as apresentações de grupos selecionados nos nove pólos administrativos. Os shows contaram com público de mais de 100 mil pessoas.

O projeto Fomento a Bandas e Fanfarras, que contou com recursos do Ministério da Cultura (Minc) de R$ 390 mil e contrapartida estadual de R$ 51.990,00, atendeu com kits de instrumentos musicais os municípios de Água Clara, Amambai, Aquidauana, Aral Moreira, Corguinho, Coronel Sapucaia, Glória de Dourados, Itaporã, Nioaque, Rochedo, Sete Quedas, Sidrolândia e Maracaju, incentivando a formação artística e a cidadania de centenas de jovens.

Desde 2007, a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul também viabiliza o Circuito de Bandas e Fanfarras, com apresentações realizadas em 26 municípios do Estado que reuniram público médio de 1.500 pessoas por evento. O objetivo do projeto – que já contou com quatro temporadas - é proporcionar a população o contato com a música instrumental e aos jovens integrantes das corporações a oportunidade de divulgar o trabalho sócio-educativo desenvolvido pelas bandas e fanfarras de Mato Grosso do Sul.

FIC/MS – Nesses três anos de reativação, o Fundo de Investimentos Culturais de Mato Grosso do Sul beneficiou 33 projetos da área musical, envolvendo recursos da ordem de R$ 821.319,00.

O projeto possibilitou a gravação de 20 álbuns, ciclos de concertos, concursos, festivais e cursos. Dentre eles figuram os CDs Aurélio Miranda: 35 anos de Viola e da Orquestra Barroca de Mato Grosso do Sul, gravados em 2008; Rei do Chamamé, de Zé Correa e da banda Delay, em 2009; o CD do grupo Barulho Zen e o 4º Festival Sul-Mato-Grossense de Bandas e Fanfarras, realizados em 2010.

“O Estado tem investido sistematicamente na difusão da música, um dos carros-chefe da nossa cultura, considerando a diversidade de gêneros, ampliando e abrindo espaços para os novos talentos e os já consagrados e oferecendo ao público a opção gratuita de acesso aos shows da área”, explica Américo Calheiros, presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul.

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