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Governo divulga Festival para as autoridades bolivianas

31 agosto 2004 - 15h23

O secretário de Cultura, Silvio Nucci, o diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul e coordenador-geral do Festival América do Sul, Pedro Ortale, vão estar em Corumbá na quarta e quinta-feira (1 e 2/9). O objetivo da viagem é divulgar a programação do Festival América do Sul para a população corumbaense ressaltando as principais atrações e atividades. “O Festival América do Sul é motivo de orgulho para toda a população que habita a fronteira do MS com a Bolívia. Este evento é transformador e vai trazer benefícios duradouros para a região”, ressalta o secretário Silvio Nucci.Na quinta-feira, o cônsul boliviano instalado em Campo Grande, Antônio Mariaca acompanha Nucci e Ortale em uma reunião com autoridades bolivianas. O encontro acontecerá entre 10h e 14h no Hotel El Pantanal, que fica na Bolívia, próximo a Corumbá. Entres as representações governamentais do país vão estar presentes o cônsul boliviano instalado em Corumbá, Nestor Arse, e os prefeitos de Puerto Suarez, Eduardo Rau Gómez, e de Puerto Quijarro, Lílian Rejez.As cidades bolivianas de Puerto Suarez e Puerto Quijarro também receberão atividades artísticas do Festival América do Sul durante a programação do evento. Segundo Antônio Mariaca, as populações da região estão entusiasmadas com a oportunidade de receber o festival em suas comunidades. Para ele, o Festival América do Sul vai agregar um outro tipo de valor a fronteira e as autoridades do país estão cientes da importância da realização do Festival América do Sul. “O Festival vai trazer uma imagem positiva para a fronteira, que só é vista através de notícias negativas, de roubo e crimes. Agora estaremos na mídia como uma fronteira cultural e de integração”, avalia o cônsul boliviano. Levar parte da programação do Festival América do Sul para as cidades bolivianas próximas a Corumbá, aliás, é de vital importância para o evento, de acordo com Pedro Ortale. Vão circular por Puerto Quijarro e Puerto Suarez, por exemplo, artistas como Jica e Turcão, Bojo Malê, Shita Yamashita, Grupo Lume e Touro Candil. “Com as apresentações também nas cidades bolivianas, realizamos de fato a integração cultural, que é o maior objetivo do festival, começando pela fronteira mais próxima de Corumbá e posteriormente ganhar toda a América do Sul”, avalia o coordenador-geral do Festival América do Sul.

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